Avan Jogia narrando.
Hoje tinha sido um dia.. diferente. Victoria estava um pouco estranha comigo, Zayn mandava indiretas para Ariana.. como sempre. Ah, temos mais uma no grupo, Demetria. Céus, como ela é linda.. simpática.. querida. Tem uma risada tão gostosa de se ouvir e um sorriso que enlouquece qualquer um. Pensando essas coisas até parece que estou me apaixonando por ela, né? Mais, não.. ela é apenas uma amiga. Quem eu amo é ela, a dona do sorriso perfeito, da voz mais doce, do olhar mais penetrante, era a minha melhor amiga.. a minha Victoria. Eu não conseguia mais conter aquele sentimento dentro de mim, realmente não conseguia. Eu a queria, queria mais que tudo. Eu era completamente apaixonado por Victoria a mais ou menos um ano e meio. Quando cheguei em casa, comi alguma coisa, subi, peguei o meu computador e entrei nas minhas redes sociais. Percebi que Victoria estava On no MSN! Eu abri a janela dela e em um ato rápido comecei a escrever, escrever tudo o que estava dentro de mim.
~~ Msn On. ~~
Avan Jogia ;3: Eu realmente não sei o por que de estar aqui, falando tudo o que eu vou falar. Também sei que o perfeito não seria eu falar por aqui, só que eu não aguento mais. Eu preciso tirar isso de dentro de mim, isso que eu guardo comigo a anos. Victoria Justice. O que você pensa quando ouve esse nome? Uma menina fraca, que ninguém ama e nem se importa, como você diz as vezes? É isso o que você pensa? Eu não. Eu vejo uma garota completamente linda.. Uma menina extremamente forte, que tem sonhos e luta por eles. Uma menina que apesar de todos os erros que cometam com ela, ela vai estar sempre ali.. ao lado da pessoa, para ajudá-lá no momento que mais precisar. Uma menina que tem os olhos mais penetrantes, o sorriso mais lindo, a voz mais doce, os cabelos mais macios, o toque mais perfeito. Uma menina que faz meu coração parar, meu corpo tremer, minhas mãos suarem, minhas pernas ficarem trêmulas. Uma menina que me leva completamente a loucura, que me faz sorrir por simplesmente.. existir. Uma menina que sem mais nem menos, sem pedir permissão alguma, roubou o meu coração. Quando eu digo que roubou o meu coração, é em todos os sentidos. Eu sou o teu melhor amigo a 2 anos, eu convivo com você todo esse tempo e te conheço como ninguém. Todas as vezes que eu vi você chorar por qualquer menino, o meu coração se destruía.. eu queria tanto poder ser eles, para te tratar como uma rainha, estar ao teu lado, te fazer feliz, te fazer sorrir. Eu não desperdiçaria uma chance tão grande. Uma chance de ter você em meus braços. Ah, sei lá.. um ano e meio atrás eu me dei conta de que não quero você apenas como uma melhor amiga, como uma irmã. Eu quero você como mais que isso, quero você como minha namorada, minha menina, minha princesa. Eu quero toda a vez que te ver, te abraçar, te beijar. Quero sentir meu corpo estremecer ao sentir os teus lábios nos meus. Você se lembra do nosso primeiro beijo? Ah, eu lembro. - suspirei ao lembrar. - Nós estávamos no parque, tomando sorvete e então começou a chover. Nós corríamos para casa, mais você tropeçou e antes de cair eu te segurei. Nossos olhares se encontraram, nossas respirações se misturaram. Até que nós nos beijamos. E a cada toque seu o meu corpo estremecia. E, sinceramente? Aquele foi o melhor beijo da minha vida. Mas, no momento que você disse que tinha sido um erro.. tudo foi por água abaixo. Todas as minhas esperanças de um dia poder estarmos juntos, tudo. Eu me senti destruído. Eu tentei te esquecer de qualquer maneira. Fiquei com muitas garotas, mais.. nenhuma conseguia te substituir, nenhuma chegava aos teus pés, nenhuma era capaz de me causar sensações inexplicáveis que você causava. E agora, se você me perguntar se eu consegui te esquecer, sabe qual será a resposta? Não. Eu não consegui te esquecer. Todos os momentos você me vem a cabeça. Mesmo sabendo que eu não teria chance alguma com você, eu não conseguia te deixar de lado, eu não consigo me permitir amar outra pessoa. Nos meus pensamentos eu não consigo me imaginar com um outro alguém ao meu lado, que não seja você. É só você que eu quero, é só você que eu preciso. Ah, garota, você tem total poder sobre mim. Você tem meu coração nas tuas mãos. Eu cansei de esconder isso, de conviver com isso trancado dentro de mim. Eu preciso gritar para o mundo que eu te amo. Eu preciso dizer pra você que, eu te amo. Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo. Eu amo a sua voz, amo o seu sorriso, amo o seu toque, amo o seu beijo, amo o seu olhar, amo o seu abraço, amo a sua risada, amo o seu cheiro. Eu amo exatamente tudo o que há em você, inclusive os seus defeitos. Garota, você tem tão poucos defeitos. E esses teus poucos defeitos me fazem te amar cada vez mais. Fazem eu me apaixonar cada vez mais. Eu quero você comigo, quero você ao meu lado, quero você em meus braços. Quero sentir os teus lábios colados nos meus, o teu corpo quente grudado no meu. Eu quero te chamar de "minha. Minha namorada, minha menina, minha princesa, minha pequena, minha Vic. Simplesmente, MINHA." Mas, será que isso é possível? Pode ser? É.. eu acho que não. Eu sei que você me vê apenas como um amigo e sei que depois de tudo isso que eu estou escrevendo, provavelmente tudo irá mudar entre nós. Eu só queria uma chance pra te fazer feliz, pra te fazer sorrir. Só uma chance pra não te decepcionar, pra te ter comigo como algo mais que apenas uma amiga. É pedir demais? É sonhar muito alto? Por favor.. é só isso. Eu amo você minha princesinha. Eu quero que você nunca se esqueça disso, eu te amo. Amo mais que tudo, ok? Eu nunca vou te abandonar e sempre estarei ao teu lado. Sempre estarei te esperando. Só não demora.. por favor. Tome cuidado com o bem mais precioso que você tem nas mãos.. o meu coração. Eu te amo, eu te amo, eu te amo. Oh, céus, eu amo tanto você. Eu amo você mais que qualquer coisa nesse mundo, Victoria Justice. Por favor, nunca se esqueça disso? Nunca se esqueça de mim? Nunca se esqueça do quão é grande o meu amor por você? Ah, eu preciso dizer novamente.. EU AMO VOCÊ MAIS QUE TUDO NESTE MUNDO! Eu simplesmente.. amo você. - e sem nem dar tempo de eu poder pensar na possibilidade de apagar tudo aquilo, eu enviei. Enviei a mensagem para a Victoria. Ah, céus, o que eu tinha feito? Rapidamente, logo depois de enviar aquilo, sai do Msn. -
~~ Msn Of. ~~
Eu pude sentir as lágrimas percorrendo a minha face ao deitar-me na cama. Eu posso ter parecido gay ao escrever tudo aquilo, enviar e depois sair. É que.. depois que eu enviei o medo tomou conta de mim de uma maneira inexplicável, que eu só consegui fechar tudo. E agora? Como ficaria? Como eu olharia para ela? Eu.. realmente não sei. Provavelmente, tudo irá mudar entre nós. Nossa amizade nunca será a mesma. Agora, era só.. esperar.
Victoria Justice narrando.
Hoje nós viramos amigos da Demi. Cara, ela é muito legal e bom.. louca. Eu me rachei de rir quando ela começou a gritar e pular no meio do pátio na hora do recreio. Hoje, as coisas estavam diferentes. Zayn mandava mais indiretas do que o normal para Ariana. Eu ainda não sei como ela não percebeu que ele gosta dela. Avan parecia um pouco mais distante do que o normal. Será que eu fiz alguma coisa de errado? Será que ele não quer mais falar comigo? Será que ele estava pensando em alguma garota? Milhões de perguntas passavam-se pela minha cabeça. Cheguei em casa, tomei um banho e coloquei uma roupa qualquer, desci e almocei. Depois de ajudar na louça, subi, peguei meu not e entrei nas minhas redes sociais. Logo depois, pude ver Avan entrar. Abri sua janela e criei coragem para chama-lo. Mas, percebi que ele estava digitando algo e então esperei. Demorou.. demorou.. e ele continuava digitando. Mais que diabos que ele tanto digita? Quando eu recebi o texto pude perceber que ele saiu rapidamente. Quando comecei a ler o meu coração simplesmente parou. Eu não estava acreditando em tudo o que estava escrito. As minhas mãos começaram a suar, meu corpo tremia, minhas pernas ficaram bambas, os meus olhos transbordavam de lágrimas. Ali estava escrito tudo o que eu queria ouvir, o meu maior sonho de um dia ouvir ele dizer que me ama. Ali, o amor da minha vida, estava dizendo que me ama. Entendem isso? Ele estava dizendo que me AMA! A meu Deus, a felicidade era tão grande. Coloquei meu rosto entre minhas mãos e comecei a chorar, chorar compulsivamente. Mais, todas as lágrimas eram de alegria. Eu.. estava realmente muito feliz. "Ele me ama, ele me ama, ele me ama, ele me ama." Essa é a única coisa que eu consigo pensar no momento, isso fica se repetindo na minha cabeça. Eu sorria entre as inúmeras lágrimas que percorriam o meu rosto. Levantei-me, sequei as lágrimas, sai de casa e fui até a casa de Avan. Eu queria falar com ele, eu precisava. No meio do caminho eu me dei conta que tinha deixado o meu not aberto, não dei bola e continuei andando. Quando cheguei, logo toquei a campainha. Minutos depois, alguém abriu a porta. Era ele. Era o meu Avan. Olhou-me surpreso.
Avan: Vi.. Victoria? - ele perguntou surpreso, eu sorri. Me perdi em seus olhos por alguns segundo, mas logo sai do meu transe. Em um ato rápido que nem eu sei da onde tirei coragem, aproximei-me rapidamente de Avan e o beijei. Ele no começo, surpreso, não correspondeu. Mais logo se entregou. Uma de minhas mãos estavam em seu ombro e a outra em sua nuca, passando a mão por entre os seus cabelos lindos e macios. Suas mãos estavam em minha cintura e ele me puxava para mais perto dele, nossos corpos estavam praticamente grudados. Nossas línguas estavam em uma sincronia extremamente perfeita. A cada toque da minha língua na sua, o meu corpo estremecia. Aquele realmente era o melhor beijo da minha vida. Aquele beijo transmitia todo o amor que nós sentíamos um pelo outro. Transmitia tudo o que nós não conseguíamos falar. Eu queria que aquele momento durasse para sempre, mas infelizmente não era possível. Separamos nossos lábios um do outro por falta de ar. Encostamos nossas testas e ficamos ali de olhos fechados, esperando nossas respirações se normalizarem. Alguns segundos depois abri meus olhos e pude ver Avan me analisando com um sorriso lindo no rosto. Ah, o sorriso que eu tanto amo. - O que foi isso, Vic? - ele perguntou ofegante, nossas respirações ainda estavam desreguladas. -
Victoria: Isso foi eu tentando dizer que eu sinto o mesmo que você. - eu sorri. -
Avan: Você leu o que eu mandei pra ti, no MSN? - perguntou apreensivo. Olhei em seus olhos. -
Victoria: Li. - abri o maior de todos os meus sorrisos. - Li e amei. Por que eu sinto o mesmo que você. Eu.. - olhei em seus olhos. - Eu te amo. - disse. Avan sorrio. -
Avan: Eu também te amo. - nos abraçamos fortemente. - Vic? - ele sussurrou para mim. -
Victoria: Sim? - perguntei me separando de seu abraço. Ele pegou minha mão e entrelaçou nossos dedos. Olhou em meus olhos e disse: -
Avan: Eu não tenho anel e nem nada aqui agora. Mais.. - ele respirou fundo. - Victoria, você aceita namorar comigo? - ele perguntou. Eu sorri. Queria sair pulando de felicidade. Mas, apenas respondi: -
Victoria: É claro que eu aceito. - disse. Ele sorriu, aproximou-se de mim e nós nos beijamos. Ah, céus, como o seu beijo era bom. Eu me sentia nas nuvens, sério. Terminamos o beijo por falta de ar. Ele sorriu para mim. -
Avan: Namorada. - disse. Eu ri. -
Victoria: Namorado. - eu disse. Ambos estávamos com um sorriso bobo no rosto. -
Avan: Vic, não quer entrar? Podemos assistir um filme. - ele disse. Eu assenti. Entramos e eu fui para seu quarto escolher um filme, enquanto ele foi fazer pipoca. Acabei por escolher "Ligeiramente Grávidos." Avan chegou em seu quarto com a pipoca e duas latas de coca. Deitamos em sua cama debaixo das cobertas. Abraçou-me e eu descansei a minha cabeça sobre seu peitoral. Dei play e começamos a assistir o filme. Então ficamos ali, assistindo, comendo pipoca, tomando refrigerante, abraçados. Eu estava feliz, tudo estava dando certo para mim agora. Eu estava namorando o amor da minha vida, o meu Avan. -
Ariana Grande narrando.
Estava em casa sem fazer nada, em um tédio sem fim. Mas, que diabos que tédio. Resolvi ir na casa da Vic. Troquei de roupa, peguei meu celular e fui andando mesmo. Logo cheguei em sua casa e entrei sem tocar a campainha. Sou de casa, mesmo. Fui até seu quarto e ela não estava. Estranho. Vi seu not aberto, fui até lá. Tinha uma janela de conversa com o Avan aberta, tinha um texto que ele tinha mandado para ela. Eu não deveria, mais a curiosidade era gigante. Eu li o texto. A M-E-U D-E-U-S. Eu não acredito, finalmente ele tinha dito tudo o que sentia para ela. Agora eu entendo por que ela não está aqui, provavelmente foi na casa dele. Uma janelinha começou a piscar, olhei. Um sorriso brotou sobre meus lábios. Era ele. Abri a janela.
~~ Msn On. ~~
Zayn Malik: Viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiic ;3 - ele leu. Ah meu Deus, será que eu respondo? Será que falo sou eu. Ah, céus. Aproximei meus dedos do teclado. Agora, eles falariam por si só. -
Viiic ;3: Zaaaaaaaaayn ;3 - respondi. -
Zayn Malik: Tudo bem contigo? - perguntou. -
Viiic ;3: Estou ótima e você? - respondi. Ah céus, eu estava me fazendo passar pela Victoria. Droga! -
Zayn Malik: Não estou tão bem assim :/ novidades? - o meu coração se apertou. Por que ele não está bem? O que aconteceu? Será que eu perguntou? Oh, shit. -
Viiic ;3: Não tenho novidades. Mas, o que aconteceu Zayn? - perguntei. Droga, Droga, Droga! Por que eu estou me fazendo passar pela Vic? Quando ela descobrir vai me matar. Ah, droga. Pude ver ele digitando e quando mandou, logo comecei a ler: -
Zayn Malik: Eu não aguento mais guardar isso dentro de mim. Eu sofro cada dia mais por esse maldito amor que eu estou sentindo. A minha vontade Victoria é de gritar para o mundo que eu a amo. Porra, aquela garota não sai mais da minha cabeça. A cada segundo eu penso nela. E na escola? Eu mando indiretas e ela nem se liga. Realmente, ela não gosta de mim. As minhas esperanças vão chegando ao fim. Eu não aguento mais chorar por ela todas as noites, Vic. - uma lágrimas escorreu do meu rosto. Ele estava apaixonado. Eu não acredito nisso. - Por que ela não está aqui? Por que eu simplesmente não posso tê-lá aqui comigo? A minha vontade? A minha vontade é de ir na frente dela e gritar: EU TE AMO ARIANA GRANDE! Porra, por que a Arina não percebe que ela é o amor da minha vida? Que DROGA! Eu não aguento mais. O que eu faço, Vic? ;x - perguntou. A MEU DEUS. QUE PORRA É ESSA? ELE É APAIXONADO POR MIM? EU? A MEU DEUS. EU NÃO ACREDITO. ELE ME AMA, ELE ME AMA, ELE ME AMA. Pera aí.. o que eu respondo agora? Oh, céus. -
Viiic ;3: Nossa Zayn, eu nem sei o que dizer! Bom, eu sinceramente acho que você tem que lutar por ela. Se você está realmente cansado de esconder, conte. Eu acho que vai ser o melhor a fazer. E tenho certeza, que a Ariana gosta de ti. Simplesmente, fale o que está no teu coração Zayn. - respondi. Pera aí.. eu disse para ele contar para mim que gosta de mim? Mano, eu sou louca.. só pode. -
Zayn Malik: Será? Eu não sei, Vic. Tenho tanto medo de dizer tudo o que sinto, Ariana não me corresponder e isso que eu sinto acabar com a nossa amizade. Eu tenho medo, sei lá.. Ah, foda-se. Quer saber? Eu vou dizer, SIM, que eu amo ela. Pronto! - credo, esse menino é meio indeciso. -
Viiic ;3: Ah, eu não sei. Você faz o que achar certo. Mas, eu realmente acho que você deveria contar tudo para ela. Mas, agora eu tenho que sair. Beeeeeeeeeeijos Zayn <3 - mandei e sai do MSN de Victoria. -
~~ Msn Of. ~~
Sai do Msn, deixei o seu not aonde estava. Desci, sai de sua casa e fui para a minha. Chegando lá, fui diretamente para o meu quarto. Me joguei na cama e comecei a pensar. Ele era apaixonado por mim. Era isso mesmo produção? O menino que move o meu mundo, me ama? Ah, céus, como a felicidade era grande. Pude sentir um sorriso brotar sobre meus lábios. Era assim que ele me deixava.. sorrindo como boba. Cara, como alguém pode amar outra pessoa tanto assim? Acabei adormecendo ali, entre tantos pensamentos. Pensamentos que se focavam nele, no meu Zayn Malik.
terça-feira, 31 de julho de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
This Is Our Song. - Capitulo 21. - Eu estou grávida.
As três primeiras aulas passaram-se. Quando o sinal para o intervalo bateu, eu sai com Victoria. Fomos até uma mesa, onde encontramos os amigos dela. Todos eram da minha sala.
Victoria: Demi, esses são: Avan - ela falou com um leve sorriso nos lábios e apontou para um menino muito bonito, ele sorria para ela. Então, era ele que ela tinha falado. Era ele que ela amava. Eu sorri e o cumprimentei. - Ariana, - apontou para uma menina linda. Simpática, sorriu para mim e me cumprimentou. - Zayn. - ela apontou para outro menino, realmente muito bonito com um sorriso encantador nos lábios. Eu cumprimentei todos e me sentei ao lado de Victoria. Ficamos conversando por algum tempo, até que o meu celular tocou. Vi no identificador de chamadas. Estranho. Número de NY! Atendi. -
~~ Início de Ligação. ~~
Demi: Alô? - eu falei. -
XxX: Demetria? - falou. Eu conhecia aquela voz, mais não conseguia reconhecer. -
Demi: Sim, sou eu. Quem está falando? - eu perguntei. -
XxX: Não reconhece mais a voz do próprio primo? - ele perguntou e riu. Nesse momento eu reconheci, era ele. Depois de anos sem falar com ele. -
Demi: IAN? - eu gritei. Vários olhares do pátio do colégio se voltaram para mim. Inclusive de Joe e meus outros amigos. -
Ian: Não precisa gritar, gatinha. - ele falou divertido. Nós rimos. - Eu estou morrendo de saudades de ti, princesa.
Demi: aaaaaaaaaaawn, meu príncipe. - eu falei. Quem estava sentado na mesma mesa que eu, riram. - Eu também estou morrendo de saudades de ti. Mais, o que devo a honra da tua ligação? - perguntei. -
Ian: Eu liguei para te avisar que amanhã eu irei chegar em Los Angeles. Eu irei passar algum tempo aí, e adivinha? Eu vou ficar na tua casa. - nesse momento eu levantei da mesa e comecei a pular. Todos olhavam para mim, eu estava extremamente feliz. -
Demi: SÉRIO? AAAAAAAAAH, MEU DEUS. CARA, EU TE AMO SABIA? EU TO MORRENDO DE SAUDADES, MEU IAN. AAAAAAAAAAAH, CARA EU TO TÃO FELIZ. QUANDO TU CHEGA? E JÁ FALOU PRA MINHA MÃE PRA TU FICAR LÁ EM CASA? AAAAAWN *-* - eu não conseguia parar de gritar. A felicidade tinha tomado conta de mim. Todos me olhavam, inclusive Joseph. -
Ian: Pare de gritar, menina. Vai me deixar surdo. - ele riu. - Sim, eu já falei com a tia Dianna. Ah, a minha noiva irá comigo. - What? Noiva? Como assim? -
Demi: Como assim? - perguntei. -
Ian: Eu tenho novidades, Demizinha. Mais você só saberá quando eu chegar aí. - ele disse e riu. Revirei os olhos. -
Demi: Sério? - perguntei desanimada. Eu odeio ficar curiosa. -
Ian: É verdade, sim. Bom Demi, eu tenho que desligar. Beijos, eu amo você minha bebê. - ele disse, eu sorri. -
Demi: Ok, beijo. Eu também amo você, meu bebê lindo. - disse, rimos e então desligamos. -
~~ Fim de Ligação. ~~
No mesmo momento que eu desliguei o telefone, o sinal tocou. Fui para a sala com a Vic e os outro. Entramos e fomos para nossos respectivos lugares. O sinal para a última tocou, era vaga. Saímos e todos da minha sala fomos para o pátio. De longe, eu vi sentado em uma mesa, uma imagem conhecida. Cabelos pretos, alto, corpo extremamente escultural, os olhos azuis mais lindos. Era ele.
Demi: IAAAAAAAAAAAAAN! - eu gritei, todos olharam para mim. Sai correndo e pulei em seus braços. Ele sorria muito e eu também. Nós riamos e ele me girava. Todos da minha sala nos olhavam. Ele me colocou no chão, então eu o abracei e enchei seu rosto de beijos. - Céus, como eu estava com saudades de ti. - eu disse e uma lágrima escorreu de meus olhos. Ele sorriu e a secou. -
Ian: Eu também senti a sua falta, minha pequena. - deu um beijo em minha testa e me abraçou novamente. Era tão bom abraçar ele. Nos momentos mais difíceis ele fez uma estrema falta. Ian sempre foi o meu porto seguro e continua sendo. O meu melhor primo. Nos soltamos. -
Vic: Quem é esse, Demi? - ela perguntou. Virei-me e vi, Victoria, Avan, Ariana e Zayn atrás de mim. Sorri. -
Demi: Gente, esse aqui é o Ian, ele é meu primo. - eu disse e sorri. -
Joe: Primo? - perguntou. Eu estremeci ao ouvir aquela voz. Virei-me e o pude ver com um sorriso nos lábios. Ah, era tão bom ver ele sorrir. -
Demi: É, ele é meu primo, Joseph. - eu falei seca. Ah meu deus, por que diabos eu estava sendo assim? Seu sorriso se desfez na hora. Meu coração partiu-se no meio. -
Joe: Ah, que bom. - ele disse e então saiu dali. Eu virei-me novamente para eles. Vic olhou-me e então puxou um assusto, tirando-me do centro das atenções. Conversávamos animadamente com Ian. Logo o sinal para o final das aulas bateu. Eu e Ian saímos juntos, entramos em seu corro e fomos para casa conversando. Quando entramos, eu pude ver uma menina assistindo televisão com a Maddie. Ela era realmente linda. Quando viu-me chegar, veio diretamente até nós. -
XxX: FINALMENTE! - ela gritou sorrindo. Eu me assustei um pouco, né. - Desculpe pelo grito. - ela riu. - É que eu realmente estava muito ansiosa para te conhecer. Ian fala muito de você durante esses anos. - ela disse. Então, ela deveria ser a tal noiva. - Cara, como eu sou idiota. Meu nome é Nina, Nina Dobrev. - ela disse. Animada.. até demais. -
Demi: O prazer é meu. Eu me chamo.. - ela me interrompeu. -
Nina: Demetria Devonne Lovato, ou como você gosta de ser chamada, Demi. - ela disse sorrindo. Credo, ela sabia tudo é? Eu ri. -
Demi: UOU! - eu disse, rimos. Ficamos conversando até a hora do almoço. Almoçamos todos juntos e então começamos a conversar. Quando terminamos o almoço ficamos conversando ali mesmo. Até que Ian falou. -
Ian: Galera, eu tenho um comunicado. - ele disse. Meu olhar foi diretamente para ele, que ao perceber, riu. - Demetria sua curiosa. - ele disse rindo, revirei os olhos. - Bom, eu quero comunicar que.. - ele pegou a mão de Nina e entrelaçou seus dedos. - Eu e Nina vamos nos casar. - ele disse sorrindo. Demos parabéns a eles. Até que Nina levantou-se, todos olhamos para ela. -
Nina: Eu esperei para contar essa notícia aqui, Ian. Então, é.. Eu estou grávida. - ela disse. Ian abriu o maior de todos os sorrisos, levantou-se e pegou ela em seus braços. Logo depois, ele beijou-a e então disseram ao mesmo tempo "eu te amo." Eu estava realmente feliz pelos dois, mais não conseguiria ficar vendo aquilo. Sem dizer nada, levantei-me da mesa e sai da cozinha. Subi as escadas, entrei no meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama. E a dor me invadiu novamente. Ao ver ali Ian e Nina, ele me veio nos pensamentos. Eu daria tudo para estar em seus braços, para beijá-lo, para tê-lo ali comigo. Mais, eu tinha tanto.. medo. Eu não suportaria fazê-lo sofrer e não suportaria sofrer novamente. Eu não seria forte o suficiente. Então, a única alternativa era ficar longe dele. Mais, meu coração doía de uma forma inexplicável. Eu queria-o comigo, eu queria ele. Eu.. eu ama Joseph Adam Jonas. Amava mais que tudo. E quando percebi, eu já chorava.. chorava de soluçar. A única forma de colocar tudo para fora era chorar, se eu não fizesse aquilo, eu seria tomada pela dor e acabaria me cortando. E eu não queria fazer aquilo, então chorei.. simplesmente chorei. Ah céus, eu queria tanto ele ali comigo. Ouço uma batida na porta. Levanto-me e abro. Era Ian.. ele ao me ver naquele estada, não disse nada.. simplesmente me abraçou. Céus, como eu precisava daquele abraço. Ian sempre foi meu porto seguro e continua sendo. Ele fechou a porta atrás de nós, conduziu-me até a cama e nós nos deitamos lá. Ele aconchegou-me em seus braços, minha cabeça em seu peito, enquanto ele acariciava meus cabelos, eu chorava. Estava em prantos. Eu realmente queria que aquela dor fosse embora. Minutos depois eu consegui parar de chorar. Nos sentamos, ele me olhou. -
Ian: Ei minha pequena, o que aconteceu? - ele perguntou preocupado. - Você sabe que pode contar tudo para mim Demi. - ele disse, pegou a minha mão e a aperto passando-me segurança. Olhei-o. -
Demi: É que.. dói demais pensar nele, Ian. Dói demais.. - eu disse, comecei a sentir as lágrimas voltarem a rolar sobre minha face. -
Ian: Então.. eu não estou entendendo. - ele disse com uma expressão.. confusa. -
Demi: A história é longa. - eu falei. Ele apenas assentiu, como um sinal para mim continuar. - Foi no começo do ano que tudo começou. Quando eu entrei na escola.. - eu contei tudo para ele. Sobre eu e Joe. Desde quando nos conhecemos. Eu sorria ao lembrar-me dos momentos felizes que passei com ele. Eu queria tudo aquilo de volta. Mais o medo era tão grande. Talvez um pouco de.. orgulho. Eu não sei, só sei que quando pensava, o medo me dominava. Ao terminar de contar tudo para ele, Ian simplesmente abraçou-me e eu pude ouvir um sussurro em meu ouvido, dizendo: "Vai ficar tudo bem, eu estou do seu lado princesa." Aconcheguei-me mais nos braços dele, deixando as lágrimas caírem. Era só isso que eu queria nesse momento.. chorar. -
Joe Jonas narrando.
6 meses, exato 6 meses sem tê-lá em meus braços, sem abraça-lá, sem beija-lá. Tinha ficado fria, não conversava mais com ninguém, não do nosso grupo. As meninas sentiam uma imensa falta dela. E eu? Afinal, eu sou um nada para ela? Por que ela não volta pra mim? Por que ela ficou assim? Por que ela não quer mais ficar perto da gente? É medo de se machucar? É medo de nos machucar? Não tenha um dia se quer que eu não pense naquela garota. Por que diabos eu não conseguia tirar ela dos meus pensamentos? Por que era tão difícil? Hoje, na hora do recreio, quando eu ouvi ela gritando no meio do pátio dizendo que amava um tal de Ian, que sentia saudades dele. Quando ela perguntou se ele já tinha falado com sua mãe para ele ficar na casa dela. O meu coração se destruiu, ele foi estraçalhado em milhões de pedaços. Eu queria correr dali e chorar. O que eu realmente queria? Eu queria correr em sua direção, desligar aquele telefone, tomar ela em meus braços e nunca mais deixa-lá ir embora. Na última aula, quando ela saiu ao encontro de um menino. Ela estava realmente feliz por ele estar ali. E o meu corpo foi ficando gelado, meu olhar foi ficando vazio, meu coração foi doendo cada vez mais. Eu estava passando por perto quando eu ouvi ela dizer que ele era seu primo. Primo? Então, não era namorado nem nada? Eu sorri ao ouvir aquilo. Ao perguntar se ele era primo dela e ouvir a sua resposta seca, o meu sorriso se desfez. Por que ela estava sendo tão fria? Por que ela.. por que ela não era minha? Eu simplesmente, saí dali. Ao chegar em casa, fui diretamente para o meu quarto, tranquei a porta. Peguei uma de nossas fotos, deitei na cama a olhando e então.. chorei. Nesses últimos meses o meu remédio, a minha cura, tem sido chorar. Chorar de dor, chorar de saudade, chorar por tudo. Demetria era o amor da minha vida, a pessoa que me fazia sorrir, que fazia minhas mãos suarem, minhas pernas ficarem bambas, meus olhos brilharem, meu corpo estremecer. Na verdade, ela ainda é a mulher da minha vida. Ela ainda causa todas essas sensações em mim. Ah, mais por que? Eu não conseguia entender. Eu pensei que depois que ela saísse daquele hospital, nós ficaríamos juntos de uma vez por todas. Mais eu me enganei, novamente. Será que ela realmente me ama como sempre disse? Será que ela se importava comigo como eu me importo com ela? Será que ela ainda pensa em mim como eu penso nela? Será que ela sente minha falta como eu sinto a dela? Será que ela chorar todos os dias como eu choro por ela? Não.. eu não queria que ela chorasse por mim. Eu não aguentaria. Apesar de tudo, eu queria vê-lá sorrindo. Por que, ah céus, o seu sorriso era a coisa mais linda que existia na face da terra. Era aquilo que me mantinha em pé, que me fazia acordar todos os dias e seguir em frente com a minha vida. Era o sorriso mais perfeito de todos, o sorri que causa sensações inexplicáveis dentro de mim. O sorriso dela.. da minha Demetria. Minha? Ah, eu realmente queria que isso fosse verdade. Eu realmente queria que ela fosse minha. Mais, eu acho que isso a cada dia que passa, está se tornando cada vez mais.. impossível. E então eu adormeci ali, em meio a milhões de pensamentos e a milhões de lágrimas. Tantos pensamentos que levavam a apenas uma pessoa.. Demetria Lovato!
Victoria: Demi, esses são: Avan - ela falou com um leve sorriso nos lábios e apontou para um menino muito bonito, ele sorria para ela. Então, era ele que ela tinha falado. Era ele que ela amava. Eu sorri e o cumprimentei. - Ariana, - apontou para uma menina linda. Simpática, sorriu para mim e me cumprimentou. - Zayn. - ela apontou para outro menino, realmente muito bonito com um sorriso encantador nos lábios. Eu cumprimentei todos e me sentei ao lado de Victoria. Ficamos conversando por algum tempo, até que o meu celular tocou. Vi no identificador de chamadas. Estranho. Número de NY! Atendi. -
~~ Início de Ligação. ~~
Demi: Alô? - eu falei. -
XxX: Demetria? - falou. Eu conhecia aquela voz, mais não conseguia reconhecer. -
Demi: Sim, sou eu. Quem está falando? - eu perguntei. -
XxX: Não reconhece mais a voz do próprio primo? - ele perguntou e riu. Nesse momento eu reconheci, era ele. Depois de anos sem falar com ele. -
Demi: IAN? - eu gritei. Vários olhares do pátio do colégio se voltaram para mim. Inclusive de Joe e meus outros amigos. -
Ian: Não precisa gritar, gatinha. - ele falou divertido. Nós rimos. - Eu estou morrendo de saudades de ti, princesa.
Demi: aaaaaaaaaaawn, meu príncipe. - eu falei. Quem estava sentado na mesma mesa que eu, riram. - Eu também estou morrendo de saudades de ti. Mais, o que devo a honra da tua ligação? - perguntei. -
Ian: Eu liguei para te avisar que amanhã eu irei chegar em Los Angeles. Eu irei passar algum tempo aí, e adivinha? Eu vou ficar na tua casa. - nesse momento eu levantei da mesa e comecei a pular. Todos olhavam para mim, eu estava extremamente feliz. -
Demi: SÉRIO? AAAAAAAAAH, MEU DEUS. CARA, EU TE AMO SABIA? EU TO MORRENDO DE SAUDADES, MEU IAN. AAAAAAAAAAAH, CARA EU TO TÃO FELIZ. QUANDO TU CHEGA? E JÁ FALOU PRA MINHA MÃE PRA TU FICAR LÁ EM CASA? AAAAAWN *-* - eu não conseguia parar de gritar. A felicidade tinha tomado conta de mim. Todos me olhavam, inclusive Joseph. -
Ian: Pare de gritar, menina. Vai me deixar surdo. - ele riu. - Sim, eu já falei com a tia Dianna. Ah, a minha noiva irá comigo. - What? Noiva? Como assim? -
Demi: Como assim? - perguntei. -
Ian: Eu tenho novidades, Demizinha. Mais você só saberá quando eu chegar aí. - ele disse e riu. Revirei os olhos. -
Demi: Sério? - perguntei desanimada. Eu odeio ficar curiosa. -
Ian: É verdade, sim. Bom Demi, eu tenho que desligar. Beijos, eu amo você minha bebê. - ele disse, eu sorri. -
Demi: Ok, beijo. Eu também amo você, meu bebê lindo. - disse, rimos e então desligamos. -
~~ Fim de Ligação. ~~
No mesmo momento que eu desliguei o telefone, o sinal tocou. Fui para a sala com a Vic e os outro. Entramos e fomos para nossos respectivos lugares. O sinal para a última tocou, era vaga. Saímos e todos da minha sala fomos para o pátio. De longe, eu vi sentado em uma mesa, uma imagem conhecida. Cabelos pretos, alto, corpo extremamente escultural, os olhos azuis mais lindos. Era ele.
Demi: IAAAAAAAAAAAAAN! - eu gritei, todos olharam para mim. Sai correndo e pulei em seus braços. Ele sorria muito e eu também. Nós riamos e ele me girava. Todos da minha sala nos olhavam. Ele me colocou no chão, então eu o abracei e enchei seu rosto de beijos. - Céus, como eu estava com saudades de ti. - eu disse e uma lágrima escorreu de meus olhos. Ele sorriu e a secou. -
Ian: Eu também senti a sua falta, minha pequena. - deu um beijo em minha testa e me abraçou novamente. Era tão bom abraçar ele. Nos momentos mais difíceis ele fez uma estrema falta. Ian sempre foi o meu porto seguro e continua sendo. O meu melhor primo. Nos soltamos. -
Vic: Quem é esse, Demi? - ela perguntou. Virei-me e vi, Victoria, Avan, Ariana e Zayn atrás de mim. Sorri. -
Demi: Gente, esse aqui é o Ian, ele é meu primo. - eu disse e sorri. -
Joe: Primo? - perguntou. Eu estremeci ao ouvir aquela voz. Virei-me e o pude ver com um sorriso nos lábios. Ah, era tão bom ver ele sorrir. -
Demi: É, ele é meu primo, Joseph. - eu falei seca. Ah meu deus, por que diabos eu estava sendo assim? Seu sorriso se desfez na hora. Meu coração partiu-se no meio. -
Joe: Ah, que bom. - ele disse e então saiu dali. Eu virei-me novamente para eles. Vic olhou-me e então puxou um assusto, tirando-me do centro das atenções. Conversávamos animadamente com Ian. Logo o sinal para o final das aulas bateu. Eu e Ian saímos juntos, entramos em seu corro e fomos para casa conversando. Quando entramos, eu pude ver uma menina assistindo televisão com a Maddie. Ela era realmente linda. Quando viu-me chegar, veio diretamente até nós. -
XxX: FINALMENTE! - ela gritou sorrindo. Eu me assustei um pouco, né. - Desculpe pelo grito. - ela riu. - É que eu realmente estava muito ansiosa para te conhecer. Ian fala muito de você durante esses anos. - ela disse. Então, ela deveria ser a tal noiva. - Cara, como eu sou idiota. Meu nome é Nina, Nina Dobrev. - ela disse. Animada.. até demais. -
Demi: O prazer é meu. Eu me chamo.. - ela me interrompeu. -
Nina: Demetria Devonne Lovato, ou como você gosta de ser chamada, Demi. - ela disse sorrindo. Credo, ela sabia tudo é? Eu ri. -
Demi: UOU! - eu disse, rimos. Ficamos conversando até a hora do almoço. Almoçamos todos juntos e então começamos a conversar. Quando terminamos o almoço ficamos conversando ali mesmo. Até que Ian falou. -
Ian: Galera, eu tenho um comunicado. - ele disse. Meu olhar foi diretamente para ele, que ao perceber, riu. - Demetria sua curiosa. - ele disse rindo, revirei os olhos. - Bom, eu quero comunicar que.. - ele pegou a mão de Nina e entrelaçou seus dedos. - Eu e Nina vamos nos casar. - ele disse sorrindo. Demos parabéns a eles. Até que Nina levantou-se, todos olhamos para ela. -
Nina: Eu esperei para contar essa notícia aqui, Ian. Então, é.. Eu estou grávida. - ela disse. Ian abriu o maior de todos os sorrisos, levantou-se e pegou ela em seus braços. Logo depois, ele beijou-a e então disseram ao mesmo tempo "eu te amo." Eu estava realmente feliz pelos dois, mais não conseguiria ficar vendo aquilo. Sem dizer nada, levantei-me da mesa e sai da cozinha. Subi as escadas, entrei no meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama. E a dor me invadiu novamente. Ao ver ali Ian e Nina, ele me veio nos pensamentos. Eu daria tudo para estar em seus braços, para beijá-lo, para tê-lo ali comigo. Mais, eu tinha tanto.. medo. Eu não suportaria fazê-lo sofrer e não suportaria sofrer novamente. Eu não seria forte o suficiente. Então, a única alternativa era ficar longe dele. Mais, meu coração doía de uma forma inexplicável. Eu queria-o comigo, eu queria ele. Eu.. eu ama Joseph Adam Jonas. Amava mais que tudo. E quando percebi, eu já chorava.. chorava de soluçar. A única forma de colocar tudo para fora era chorar, se eu não fizesse aquilo, eu seria tomada pela dor e acabaria me cortando. E eu não queria fazer aquilo, então chorei.. simplesmente chorei. Ah céus, eu queria tanto ele ali comigo. Ouço uma batida na porta. Levanto-me e abro. Era Ian.. ele ao me ver naquele estada, não disse nada.. simplesmente me abraçou. Céus, como eu precisava daquele abraço. Ian sempre foi meu porto seguro e continua sendo. Ele fechou a porta atrás de nós, conduziu-me até a cama e nós nos deitamos lá. Ele aconchegou-me em seus braços, minha cabeça em seu peito, enquanto ele acariciava meus cabelos, eu chorava. Estava em prantos. Eu realmente queria que aquela dor fosse embora. Minutos depois eu consegui parar de chorar. Nos sentamos, ele me olhou. -
Ian: Ei minha pequena, o que aconteceu? - ele perguntou preocupado. - Você sabe que pode contar tudo para mim Demi. - ele disse, pegou a minha mão e a aperto passando-me segurança. Olhei-o. -
Demi: É que.. dói demais pensar nele, Ian. Dói demais.. - eu disse, comecei a sentir as lágrimas voltarem a rolar sobre minha face. -
Ian: Então.. eu não estou entendendo. - ele disse com uma expressão.. confusa. -
Demi: A história é longa. - eu falei. Ele apenas assentiu, como um sinal para mim continuar. - Foi no começo do ano que tudo começou. Quando eu entrei na escola.. - eu contei tudo para ele. Sobre eu e Joe. Desde quando nos conhecemos. Eu sorria ao lembrar-me dos momentos felizes que passei com ele. Eu queria tudo aquilo de volta. Mais o medo era tão grande. Talvez um pouco de.. orgulho. Eu não sei, só sei que quando pensava, o medo me dominava. Ao terminar de contar tudo para ele, Ian simplesmente abraçou-me e eu pude ouvir um sussurro em meu ouvido, dizendo: "Vai ficar tudo bem, eu estou do seu lado princesa." Aconcheguei-me mais nos braços dele, deixando as lágrimas caírem. Era só isso que eu queria nesse momento.. chorar. -
Joe Jonas narrando.
6 meses, exato 6 meses sem tê-lá em meus braços, sem abraça-lá, sem beija-lá. Tinha ficado fria, não conversava mais com ninguém, não do nosso grupo. As meninas sentiam uma imensa falta dela. E eu? Afinal, eu sou um nada para ela? Por que ela não volta pra mim? Por que ela ficou assim? Por que ela não quer mais ficar perto da gente? É medo de se machucar? É medo de nos machucar? Não tenha um dia se quer que eu não pense naquela garota. Por que diabos eu não conseguia tirar ela dos meus pensamentos? Por que era tão difícil? Hoje, na hora do recreio, quando eu ouvi ela gritando no meio do pátio dizendo que amava um tal de Ian, que sentia saudades dele. Quando ela perguntou se ele já tinha falado com sua mãe para ele ficar na casa dela. O meu coração se destruiu, ele foi estraçalhado em milhões de pedaços. Eu queria correr dali e chorar. O que eu realmente queria? Eu queria correr em sua direção, desligar aquele telefone, tomar ela em meus braços e nunca mais deixa-lá ir embora. Na última aula, quando ela saiu ao encontro de um menino. Ela estava realmente feliz por ele estar ali. E o meu corpo foi ficando gelado, meu olhar foi ficando vazio, meu coração foi doendo cada vez mais. Eu estava passando por perto quando eu ouvi ela dizer que ele era seu primo. Primo? Então, não era namorado nem nada? Eu sorri ao ouvir aquilo. Ao perguntar se ele era primo dela e ouvir a sua resposta seca, o meu sorriso se desfez. Por que ela estava sendo tão fria? Por que ela.. por que ela não era minha? Eu simplesmente, saí dali. Ao chegar em casa, fui diretamente para o meu quarto, tranquei a porta. Peguei uma de nossas fotos, deitei na cama a olhando e então.. chorei. Nesses últimos meses o meu remédio, a minha cura, tem sido chorar. Chorar de dor, chorar de saudade, chorar por tudo. Demetria era o amor da minha vida, a pessoa que me fazia sorrir, que fazia minhas mãos suarem, minhas pernas ficarem bambas, meus olhos brilharem, meu corpo estremecer. Na verdade, ela ainda é a mulher da minha vida. Ela ainda causa todas essas sensações em mim. Ah, mais por que? Eu não conseguia entender. Eu pensei que depois que ela saísse daquele hospital, nós ficaríamos juntos de uma vez por todas. Mais eu me enganei, novamente. Será que ela realmente me ama como sempre disse? Será que ela se importava comigo como eu me importo com ela? Será que ela ainda pensa em mim como eu penso nela? Será que ela sente minha falta como eu sinto a dela? Será que ela chorar todos os dias como eu choro por ela? Não.. eu não queria que ela chorasse por mim. Eu não aguentaria. Apesar de tudo, eu queria vê-lá sorrindo. Por que, ah céus, o seu sorriso era a coisa mais linda que existia na face da terra. Era aquilo que me mantinha em pé, que me fazia acordar todos os dias e seguir em frente com a minha vida. Era o sorriso mais perfeito de todos, o sorri que causa sensações inexplicáveis dentro de mim. O sorriso dela.. da minha Demetria. Minha? Ah, eu realmente queria que isso fosse verdade. Eu realmente queria que ela fosse minha. Mais, eu acho que isso a cada dia que passa, está se tornando cada vez mais.. impossível. E então eu adormeci ali, em meio a milhões de pensamentos e a milhões de lágrimas. Tantos pensamentos que levavam a apenas uma pessoa.. Demetria Lovato!
terça-feira, 24 de julho de 2012
Novos personagens.
Victoria Dawn Justice: Victoria fez seus 16 anos dia 19 de fevereiro. Uma menina realmente simpática, encantadora, carinhosa, fofa e realmente linda. Virará muito amiga de Demi. Ela é completamente apaixonada por seu melhor amigo, Avan.
Avan Tudor Jogia: Avan fez seus 16 anos dia 9 de fevereiro. Um rapaz extremamente simpático, carinhoso, atencioso, fofo, romântico. Leva algumas meninas á loucura. Só que apenas uma mexe realmente com seu coração. É realmente muito apaixonado por Victoria, sua melhor amiga. Virará um grande amigo de Demetria.
Ariana Joan Grande Butera: Ariana fez seus 16 anos no dia 2 de junho. Uma menina realmente linda que arranca suspiros de vários meninos. Carinhosa, extrovertida, romântica, fofa, simpática e dona de uma voz linda. Seu corpo treme e seus olhos brilham apenas por uma pessoa. Ela é completamente apaixonada por seu amigo, Zayn.
Ian Joseph Somerhalder Lovato: Ian tem seus 21 anos. Mora em Nova York mais irá fazer uma visita para sua tia em Los Angeles, junto com sua noiva Nina. Morre de saudades de sua prima preferida, Demetria. Ian faz de tudo para ver Demi bem e ela é a prima preferida dele. Os dois se dão realmente muito bem. Ele irá até a casa de sua família para dar uma grande noticia e claro, para matar as saudades. Ian é extremamente lindo e leva as mulheres á loucura. Mais ele não dá importância a essas mulheres, porque ele é completamente apaixonado por sua noiva. Ela é o amor da sua vida.
Nina Constantinova Dobreva: Nina tem seus 20 anos. Mora em Nova York. Irá visitar a tia e as primas de seu noivo Ian, junto á ele. Está muito ansiosa para conhecer a prima de Ian, Demetria. Ele fala muito dessa Demi. Eles irão até lá para dar uma grande notícia. Nina é muito linda e tira suspiros de muitos homens. Seu noivo é realmente lindo e leva as mulheres á loucura. Isso a irrita as vezes, mais ela se acalma quando seu noivo diz que á ama e nada mais importa para ele, apenas ela. Ela realmente ama o seu noivo. Ele é o amor de sua vida.Os novos personagens estão aí. (:
sábado, 21 de julho de 2012
This Is Our Song. - Capitulo 20. - Fernanda, Fernanda Bicalho.
Acordei, levantei-me e fui diretamente para o banheiro. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, vesti minha lingerie e coloquei a minha roupa. Arrumei meu cabelo e passei uma make leve. Desci, tomei café e subi novamente. Escovei meus dentes, peguei minha mochila e desci. Quando estava descendo as escadas alguém tocou a campainha. Fui até a porta e atendi. Sorri.
Demi: Bom dia, Wilmer. - falei simpática. -
Wilmer: Bom dia, Demi. - ele sorrio. - Então, eu estou indo para a faculdade e pensei em passar aqui para te dar uma carona pra escola.
Demi: Claro. - virei meu rosto para a sala da minha casa. - FAMÍLIA, ESTOU INDO. BEIJOS. - gritei. Logo após isso, eu e Wilmer saímos. Entramos em seu carro e ele deu a partida, em direção ao colégio. Quando chegamos, ambos saímos do carro. Ele me levou até o portão do colégio. Pude ver vários olhares se voltarem para nós. Inclusive de meus amigos. Nós sorrimos. - Obrigado pela carona.
Wilmer: Que nada, Demi. Se der, eu venho te buscar na saída, pode ser? - perguntou-me, eu apenas assenti. - Ok, então. Beijos, Demi. - ele sorrio. -
Demi: Beijos, Wilmer. - eu disse e sorri. Nos abraçamos, logo em seguida ele entrou em seu carro e foi para a faculdade. Entrei no colégio e fui diretamente para a sala. Logo a galera chegou. Joe veio até mim. -
Joe: Eu não acredito que você virou amiguinha da pessoa que mais te fez mal. - ele disse. Parecia indignado. -
Demi: O problema é de quem mesmo? Meu ou seu? Meu, né? Então, não se meta na minha vida Joseph. - eu disse fria. Por fora podia parecer que eu não me importava, mais não era verdade. Só eu sabia o quanto doía falar daquela maneira com ele, o quanto doía me afastar dele e dos meus amigos. Mais eu não quero mais sofrer, não quero fazer ele sofrer, não quero fazer meus amigos sofrerem. Ele não disse nada, apenas foi e sentou-se em seu lugar. As aulas passaram-se rapidamente. O sinal para o intervalo tocou. Eu fui a primeira a sair, fui até a cantina e comprei uma coca. Quando voltei para a sala não tinha mais ninguém. Sentei-me no meu lugar e fiquei lá, tomando a minha coca e pensando na vida. A minha vida tinha mudado completamente depois que eu vim morar para Los Angeles. Logo o sinal bateu e os alunos foram entrando lentamente. As duas últimas aulas passaram-se rapidamente. O sinal bateu e então eu sai da sala. Quando cheguei no portão, Wilmer ainda não tinha chegado. Fiquei esperando ele. Alguém parou ao meu lado. Olhei e era James. -
James: Esperando alguém? - perguntou-me sorrindo. Nesse momento o carro de Wilmer parou em nossa frente. Sorri. -
Demi: Na verdade, ela acabou de chegar. Tchau James. - dei um beijo em sua bochecha e sai antes mesmo dele responder alguma coisa. Entrei no carro de Wilmer e ele não disse nada. Olhei para ele e pude ver seus olhos vermelhos. Ele tinha chorado. O que será que aconteceu? Não disse nada, fiquei apenas pensando no que poderia ter acontecido. Seu carro parou em frente a minha casa, virei-me para ele, que estava de cabeça baixa. Levantei sua cabeça e pude ver uma lágrima percorrer sua face. - Ei, o que aconteceu? Por que estás chorando? - perguntei preocupada. -
Wilmer: Eu vi a Fernanda.. beijando outro. - ele disse e então começou a chorar compulsivamente. Eu não sabia o que dizer, então apenas abracei-o. Alguns minutos depois nos separamos. Coloquei minha mão sobre seu rosto e sequei suas lágrimas. -
Demi: Ei, calma. Vai ficar tudo bem. - foi tudo o que eu consegui dizer. Estava realmente sem palavras. Ele me agradeceu. Nos despedimos e então eu entrei em casa. Subi, joguei minha mochila em qualquer canto, desci e almocei. Subi, escovei os dentes e fui para o computador. Tinha tomado uma decisão. Procurei e achei o endereço. Chamei um táxi e ele logo chegou. Entreguei o endereço e em 20 minutos paramos em frente a casa. Paguei e desci. Toquei a campainha. Logo uma moça linda, abriu a porta. -
XxX: Com quem desejas falar? - a garota disse com uma voz doce. -
Demi: Fernanda, Fernanda Bicalho. - disse. A garota sorriu. -
XxX: Sou eu mesma. E você quem é? - perguntou-me. -
Demi: Demetria. Mais, só Demi por favor. - sorri. Ela arregalou os olhos. -
Fernanda: Vo..você é a Demi. A garota que o Wilmer batia? - perguntou-me um pouco receosa. -
Demi: Sim, sou eu. Então, Fernanda, eu queria conversar com você. Pode ser? - perguntei. -
Fernanda: Claro, Demi. Entre. - deu espaço e então entrei. Ela me puxou até seu quarto e então entramos. Sentamos na cama dela, uma de frente para a outra. - O que você quer comigo? - perguntou docemente. -
Demi: Então, Fernanda.. eu fiquei sabendo que você estava noiva do Wilmer. - falei. -
Fernanda: Realmente eu estava. Mais no momento que eu descobri o que ele tinha feito para você, eu terminei tudo com ele.
Demi: É sobre isso que eu quero falar. - ela olhou-me confusa - Eu encontrei o Wilmer esses dias e ele realmente não estava bem. Ele me pediu perdão e eu aceitei, por que eu acho que ele está sendo sincero. Eu acho que você deveria dar uma chance para ele, porque Wilmer realmente ama você. Quando o encontrei, ele estava chorando. Contou-me a história de vocês. Nós dois viramos bons amigos novamente. Então, ele foi me buscar hoje na escola. Estava quieto pensativo. Quando chegamos na minha casa, eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que tinha visto você beijando outro. Eu nunca vi ele tão mal. Ele chorou muito. Ele ama você mais que tudo, Fernanda. E eu realmente acho que você deveria dar uma chance para ele. - eu falei tudo de uma vez. Uma lágrima escorreu dos olhos de Fernanda. -
Fernanda: Você acha mesmo? - perguntou-me. -
Demi: Eu acho. - sorri. -
Fernanda: É, você tem razão. Obrigado Demi. - ela sorrio e me abraçou. Chamei um táxi e enquanto ele não chegava eu e ela ficamos conversando. Quando o táxi chegou, despedi-me dela e fui embora. Chegando em casa, paguei o táxi. Entrei, subi e fui diretamente fazer o dever de casa. Ensino Médio não é nada fácil. Quando terminei, tomei um banho e coloquei o pijama. Desci e fiquei assistindo televisão com Maddie. Logo depois fomos jantar. Quando terminamos, subi e fiquei no computador por um tempo. Sai, guardei o not e deitei-me novamente. Fiquei pensando na minha vida, em tudo, até que adormeci. -
Acordei. Levantei e fui para o banheiro. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie e vesti uma roupa qualquer. Desci e tomei café. Subi, escovei os dentes, peguei minha mochila e desci novamente. Alguém buzinou. Olhei e era Wilmer. Dei tchau para meus pais e sai. Entrei no carro e o cumprimentei. Fomos conversando o caminho inteiro. Quando chegamos, ele desceu do carro junto comigo. Nos despedimos e eu entrei no colégio. Fui diretamente para minha sala e fiquei lá, ouvindo música no meu IPhone. Logo o sinal bateu e o professor chegou logo em seguida. As aulas passaram-se rapidamente. Nem sai da sala no intervalo, a minha cabeça estava doendo muito. Logo o sinal bateu e as duas ultimas aulas passaram-se rapidamente. Eu sai do colégio e pude ver o carro do Wilmer ali parado, mais desta vez ele não estava sozinha. Fernanda estava ali com ele. Quando ele me viu, sorriu e veio correndo até mim. Me pegou no colo e me girou, nós dois riamos. Eu pude ver meus amigos olharem para nós. Ele me colocou no chão e abraçou-me fortemente, depois, olhou em meus olhos e disse:
Wilmer: Obrigado. - ele sorriu. -
Demi: Obrigado pelo que? - perguntei. -
Wilmer: Por ser essa pessoa incrível que você é. Obrigado por ter ido falar com a Fernanda, por ter feito ela entender que eu á amo. Muito obrigado mesmo, Demi. - ele disse, eu sorri. -
Demi: Não precisa agradecer. - logo Fernanda veio até nós e cumprimentou-me. -
Fernanda: ooi Demi. - ela falou animada, eu ri. -
Demi: ooi Fêr. - eu disse e sorri. -
Wilmer: Vamos? - perguntou. -
Demi&Fernanda: Boooora. - nós dissemos juntas, nos olhamos e rimos. Fomos até o carro, entramos e Wilmer me levou para casa. Me despedi deles e entrei em casa. Quando entrei fui diretamente para a cozinha. Minha mãe estava lá com a Dallas. -
Dianna: Já veio comer, filha? - perguntou para mim. -
Demi: Não, eu vim pegar um remédio para dor de cabeça. - disse, peguei um comprimido, enchi um copo de água e bebi. Subi, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei uma lingerie e vesti meu pijama. Não estava com a miníma fome, e a dor de cabeça estava me matando. Deitei na cama e adormeci rapidamente. -
Entrei e fiquei caminhando pelo pátio do colégio sem nada para fazer. Tenho a leve impressão que cheguei cedo demais, droga! Fui andando para trás do colégio, quando cheguei lá, me surpreendi. Tinha uma menina, sentada, chorando. Sentei ao seu lado.
Demi: Aconteceu alguma coisa? - perguntei. Ela olhou-me, eu conhecia ela. Estudava na minha sala, era a.. Victoria Justice. Isso mesmo! -
Victoria: O coração tá doendo, Demi. - ela disse. Ficamos ali conversando, ela disse o motivo de estar chorando. O sinal bateu e então levantamos e fomos para a sala conversando, rindo. Uma nova amiga, finalmente. -
Demi: Bom dia, Wilmer. - falei simpática. -
Wilmer: Bom dia, Demi. - ele sorrio. - Então, eu estou indo para a faculdade e pensei em passar aqui para te dar uma carona pra escola.
Demi: Claro. - virei meu rosto para a sala da minha casa. - FAMÍLIA, ESTOU INDO. BEIJOS. - gritei. Logo após isso, eu e Wilmer saímos. Entramos em seu carro e ele deu a partida, em direção ao colégio. Quando chegamos, ambos saímos do carro. Ele me levou até o portão do colégio. Pude ver vários olhares se voltarem para nós. Inclusive de meus amigos. Nós sorrimos. - Obrigado pela carona.
Wilmer: Que nada, Demi. Se der, eu venho te buscar na saída, pode ser? - perguntou-me, eu apenas assenti. - Ok, então. Beijos, Demi. - ele sorrio. -
Demi: Beijos, Wilmer. - eu disse e sorri. Nos abraçamos, logo em seguida ele entrou em seu carro e foi para a faculdade. Entrei no colégio e fui diretamente para a sala. Logo a galera chegou. Joe veio até mim. -
Joe: Eu não acredito que você virou amiguinha da pessoa que mais te fez mal. - ele disse. Parecia indignado. -
Demi: O problema é de quem mesmo? Meu ou seu? Meu, né? Então, não se meta na minha vida Joseph. - eu disse fria. Por fora podia parecer que eu não me importava, mais não era verdade. Só eu sabia o quanto doía falar daquela maneira com ele, o quanto doía me afastar dele e dos meus amigos. Mais eu não quero mais sofrer, não quero fazer ele sofrer, não quero fazer meus amigos sofrerem. Ele não disse nada, apenas foi e sentou-se em seu lugar. As aulas passaram-se rapidamente. O sinal para o intervalo tocou. Eu fui a primeira a sair, fui até a cantina e comprei uma coca. Quando voltei para a sala não tinha mais ninguém. Sentei-me no meu lugar e fiquei lá, tomando a minha coca e pensando na vida. A minha vida tinha mudado completamente depois que eu vim morar para Los Angeles. Logo o sinal bateu e os alunos foram entrando lentamente. As duas últimas aulas passaram-se rapidamente. O sinal bateu e então eu sai da sala. Quando cheguei no portão, Wilmer ainda não tinha chegado. Fiquei esperando ele. Alguém parou ao meu lado. Olhei e era James. -
James: Esperando alguém? - perguntou-me sorrindo. Nesse momento o carro de Wilmer parou em nossa frente. Sorri. -
Demi: Na verdade, ela acabou de chegar. Tchau James. - dei um beijo em sua bochecha e sai antes mesmo dele responder alguma coisa. Entrei no carro de Wilmer e ele não disse nada. Olhei para ele e pude ver seus olhos vermelhos. Ele tinha chorado. O que será que aconteceu? Não disse nada, fiquei apenas pensando no que poderia ter acontecido. Seu carro parou em frente a minha casa, virei-me para ele, que estava de cabeça baixa. Levantei sua cabeça e pude ver uma lágrima percorrer sua face. - Ei, o que aconteceu? Por que estás chorando? - perguntei preocupada. -
Wilmer: Eu vi a Fernanda.. beijando outro. - ele disse e então começou a chorar compulsivamente. Eu não sabia o que dizer, então apenas abracei-o. Alguns minutos depois nos separamos. Coloquei minha mão sobre seu rosto e sequei suas lágrimas. -
Demi: Ei, calma. Vai ficar tudo bem. - foi tudo o que eu consegui dizer. Estava realmente sem palavras. Ele me agradeceu. Nos despedimos e então eu entrei em casa. Subi, joguei minha mochila em qualquer canto, desci e almocei. Subi, escovei os dentes e fui para o computador. Tinha tomado uma decisão. Procurei e achei o endereço. Chamei um táxi e ele logo chegou. Entreguei o endereço e em 20 minutos paramos em frente a casa. Paguei e desci. Toquei a campainha. Logo uma moça linda, abriu a porta. -
XxX: Com quem desejas falar? - a garota disse com uma voz doce. -
Demi: Fernanda, Fernanda Bicalho. - disse. A garota sorriu. -
XxX: Sou eu mesma. E você quem é? - perguntou-me. -
Demi: Demetria. Mais, só Demi por favor. - sorri. Ela arregalou os olhos. -
Fernanda: Vo..você é a Demi. A garota que o Wilmer batia? - perguntou-me um pouco receosa. -
Demi: Sim, sou eu. Então, Fernanda, eu queria conversar com você. Pode ser? - perguntei. -
Fernanda: Claro, Demi. Entre. - deu espaço e então entrei. Ela me puxou até seu quarto e então entramos. Sentamos na cama dela, uma de frente para a outra. - O que você quer comigo? - perguntou docemente. -
Demi: Então, Fernanda.. eu fiquei sabendo que você estava noiva do Wilmer. - falei. -
Fernanda: Realmente eu estava. Mais no momento que eu descobri o que ele tinha feito para você, eu terminei tudo com ele.
Demi: É sobre isso que eu quero falar. - ela olhou-me confusa - Eu encontrei o Wilmer esses dias e ele realmente não estava bem. Ele me pediu perdão e eu aceitei, por que eu acho que ele está sendo sincero. Eu acho que você deveria dar uma chance para ele, porque Wilmer realmente ama você. Quando o encontrei, ele estava chorando. Contou-me a história de vocês. Nós dois viramos bons amigos novamente. Então, ele foi me buscar hoje na escola. Estava quieto pensativo. Quando chegamos na minha casa, eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que tinha visto você beijando outro. Eu nunca vi ele tão mal. Ele chorou muito. Ele ama você mais que tudo, Fernanda. E eu realmente acho que você deveria dar uma chance para ele. - eu falei tudo de uma vez. Uma lágrima escorreu dos olhos de Fernanda. -
Fernanda: Você acha mesmo? - perguntou-me. -
Demi: Eu acho. - sorri. -
Fernanda: É, você tem razão. Obrigado Demi. - ela sorrio e me abraçou. Chamei um táxi e enquanto ele não chegava eu e ela ficamos conversando. Quando o táxi chegou, despedi-me dela e fui embora. Chegando em casa, paguei o táxi. Entrei, subi e fui diretamente fazer o dever de casa. Ensino Médio não é nada fácil. Quando terminei, tomei um banho e coloquei o pijama. Desci e fiquei assistindo televisão com Maddie. Logo depois fomos jantar. Quando terminamos, subi e fiquei no computador por um tempo. Sai, guardei o not e deitei-me novamente. Fiquei pensando na minha vida, em tudo, até que adormeci. -
Acordei. Levantei e fui para o banheiro. Tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei minha lingerie e vesti uma roupa qualquer. Desci e tomei café. Subi, escovei os dentes, peguei minha mochila e desci novamente. Alguém buzinou. Olhei e era Wilmer. Dei tchau para meus pais e sai. Entrei no carro e o cumprimentei. Fomos conversando o caminho inteiro. Quando chegamos, ele desceu do carro junto comigo. Nos despedimos e eu entrei no colégio. Fui diretamente para minha sala e fiquei lá, ouvindo música no meu IPhone. Logo o sinal bateu e o professor chegou logo em seguida. As aulas passaram-se rapidamente. Nem sai da sala no intervalo, a minha cabeça estava doendo muito. Logo o sinal bateu e as duas ultimas aulas passaram-se rapidamente. Eu sai do colégio e pude ver o carro do Wilmer ali parado, mais desta vez ele não estava sozinha. Fernanda estava ali com ele. Quando ele me viu, sorriu e veio correndo até mim. Me pegou no colo e me girou, nós dois riamos. Eu pude ver meus amigos olharem para nós. Ele me colocou no chão e abraçou-me fortemente, depois, olhou em meus olhos e disse:
Wilmer: Obrigado. - ele sorriu. -
Demi: Obrigado pelo que? - perguntei. -
Wilmer: Por ser essa pessoa incrível que você é. Obrigado por ter ido falar com a Fernanda, por ter feito ela entender que eu á amo. Muito obrigado mesmo, Demi. - ele disse, eu sorri. -
Demi: Não precisa agradecer. - logo Fernanda veio até nós e cumprimentou-me. -
Fernanda: ooi Demi. - ela falou animada, eu ri. -
Demi: ooi Fêr. - eu disse e sorri. -
Wilmer: Vamos? - perguntou. -
Demi&Fernanda: Boooora. - nós dissemos juntas, nos olhamos e rimos. Fomos até o carro, entramos e Wilmer me levou para casa. Me despedi deles e entrei em casa. Quando entrei fui diretamente para a cozinha. Minha mãe estava lá com a Dallas. -
Dianna: Já veio comer, filha? - perguntou para mim. -
Demi: Não, eu vim pegar um remédio para dor de cabeça. - disse, peguei um comprimido, enchi um copo de água e bebi. Subi, tomei um banho, sai, passei meus cremes, coloquei uma lingerie e vesti meu pijama. Não estava com a miníma fome, e a dor de cabeça estava me matando. Deitei na cama e adormeci rapidamente. -
Entrei e fiquei caminhando pelo pátio do colégio sem nada para fazer. Tenho a leve impressão que cheguei cedo demais, droga! Fui andando para trás do colégio, quando cheguei lá, me surpreendi. Tinha uma menina, sentada, chorando. Sentei ao seu lado.
Demi: Aconteceu alguma coisa? - perguntei. Ela olhou-me, eu conhecia ela. Estudava na minha sala, era a.. Victoria Justice. Isso mesmo! -
Victoria: O coração tá doendo, Demi. - ela disse. Ficamos ali conversando, ela disse o motivo de estar chorando. O sinal bateu e então levantamos e fomos para a sala conversando, rindo. Uma nova amiga, finalmente. -
sábado, 14 de julho de 2012
This Is Our Song. - Capitulo 19. - Wi.. Wilmer?
Demi Lovato narrando.
6 mês se passoram desde que eu acordei do coma. Uma semana depois que eu acordei, fui embora do hospital. Desde então, eu me afastei de todos os meus amigos, menos o James é claro. É que tipo, eu não sei, eu estou com medo. Medo de me machucar, de sofrer novamente. E tenho medo de machucar os meus amigos, o Joe. Então, eu acho melhor me afastar dele. Estou aqui, caminhando pela praça. Até que vejo um menino, sentando encostada em uma árvore, aparentemente chorando. Eu conhecia aquela pessoa. Aproximei-me e sentei ao seu lado. Quando olhei, assustei-me ao ver quem era.
Wilmer Valderrama narrando.
Eu passei 1 mês na prisão. Estava respondendo o julgamento em liberdade. Esse um mês que eu fiquei preso me fez pensar muito. Como eu pude me tornar esse monstro? Como eu pude ser tão cruel? Eu acabei com a vida da Demi de uma tal maneira, que só ao lembrar-me dói. Nem eu mesmo acredito que pude fazer isso com alguém. Umas semanas depois que eu sai da prisão, eu conheci uma garota. Da minha idade. Fernanda Bicalho. Céus, ela era linda. O seu sorriso, o seu olhar, o seu cheiro, o seu toque, o seu beijo. Nós começamos a conversar todos os dias, a nos encontrar. Eu fiquei completamente apaixonado por ela. Então, finalmente, começamos a namorar. Céus, eu amava aquela mulher, como nunca tinha amado alguém. Eu queria casar-me e ter filhos com ela. Era ela a minha princesa. Era ela a mulher da minha vida. Então, eu pedi-a em casamento. Ela aceitou. Meses depois que estávamos noivos, eu decide contar para ela tudo o que eu tinha feito com Demi. Eu não queria segredos entre a gente. Eu queria que ela soubesse que eu me arrependia do que tinha feito e não queria mais aquilo para mim. Mais, no momento que eu contei-a, ela surtou. Disse que não queria mais nada comigo, pediu para mim ir embora de sua vida. A dor de ver ela virar as costas e ir embora, foi tão grande que eu nem sei como descrever. Eu queri-a ali comigo, mais não podia te-la por perto por erros que eu cometi no passado. Na verdade, eu entendi ela. Mais cara, eu amava ela mais que tudo. Não tinha um dia se quer que eu não chorasse por sentia a sua falta. E agora, aqui estou eu, sentando encostado em uma árvore me desabando em lágrimas. Eu queria ela aqui comigo. Por que tinha que ser tão difícil? Por que? Pude ver alguém sentar-me ao meu lado. Olhei para ver quem ela, ao mesmo tempo que ela virou para encarar-me. Ambos nos assustamos ao ver quem era. Ali estava ela, ao meu lado, a pessoa que eu mais tinha feito sofrer. Demetria.
Demi: Wi..Wilmer? - ela perguntou um pouco assustada. -
Wilmer: Ah, oi Demi. - sorri envergonhado. Para minha surpresa ela não saiu dali. -
Demi: Eu pensei que você estivesse..bom.. preso. - ela falou fazendo algumas pausas. Olhei-a. -
Wilmer: Meu advogado conseguiu com que eu respondesse o processo em liberdade. - dei um pequeno sorriso. - Eu fiquei um mês preso. Um mês que me fez pensar muito. - eu disse e voltei o meu olhar para baixo. -
Demi: Pensar em que? - perguntou. -
Wilmer: Pensar em tudo. Na minha vida. Em tudo o que eu fiz pra ti, Demi. - eu disse e suspirei logo em seguida. Olhei para ela e ela também me olhava. - Eu queria te pedir perdão, Demi. - eu falei com toda a sinceridade. Ela olhou-me surpresa. - O tempo que eu fiquei preso me fez pensar muito Demi. Afinal, o que diabos eu fiz da minha vida? Por que eu me tornei aquela pessoa cruel, fria, que não se importa com os outros? Por que eu descontava toda a raiva que eu sentia em ti? Por que? Eu sou um babaca, cara. E eu sinto muito, Demi. Sinto mesmo. Eu te fiz sofrer, eu te fiz chorar, eu te bati, eu te machuquei. Nem eu mesmo consigo acreditar que eu pude ser capaz de fazer tudo aquilo contigo. Eu me sinto culpado todos os dias, por tudo o que eu fiz pra ti. Eu quero te pedir perdão, Demi. De verdade. - eu falei. Eu estava realmente sendo sincero. Lágrimas percorriam a minha face. -
Demi: Eu te perdoo. - ela falou e sorriu logo em seguida. Olhei-a surpreendido. -
Wilmer: Como assim? É sério? - perguntei surpreso. -
Demi: Eu sempre soube que aquele não era você, eu sabia que você não era assim. E realmente, eu te perdoo. Você sempre foi como um irmão para mim e vai continuar sendo. Mais, por que você estava chorando, Wilmer? Eu creio que não seja por causa disso. - ela deu uma leve risada. Sorri. -
Wilmer: Realmente, não era por causa disso. - eu abaixei a cabeça. - Mais, você não vai querer saber.
Demi: Eu quero saber sim. Conte-me Wilmer. - ela falou. Olhei-a. -
Wilmer: Então. Depois que eu sai da prisão.. - eu contei a história para ela, que ouvia-me antentamente. - Então eu decidi contar para ela, porque eu não queria segredos na nossa relação. - olhei para frente. -
~~ FlashBack ~~
Eu estava sentado em uma cadeira no meu quarto, olhando para fora. Estava pensativo. Senti alguém colocar a mão em meu ombro, virei-me e pude ver o sorriso mais lindo de todos.
Fernanda: Oi meu amor. - ela falou com aquele sorriso lindo. -
Wilmer: Oi Fêr. - falei, ela abaixou seu rosto e me deu um demorado selinho. Sorri. -
Fernanda: Então, o que você queria comigo de tão urgente? - perguntou-me. -
Wilmer: Senta ali, amor. - apontei para a cadeira que tinha ao meu lado. Ela sentou-se e me olhou atentamente. Sentei de frente para ela. Suspirei antes de começar. - Meu amor, eu quero te contar uma coisa muito importante. Um erro muito grave que eu cometi no passado. Mais, eu vou te contar porque não quero que exista segredos entre a gente. - abaixei minha cabeça. Fernanda colocou seu dedo sobre meu queixo e levantou meu rosto. Olhou em meus olhos e disse: -
Fernanda: Eu amo você, Wilmer. Você pode me contar tudo o que quiser. - ela sorriu, eu apenas assenti. -
Wilmer: Á alguns meses atrás.. - eu contei de toda a minha história com Demetria. Ela apenas ouvia-me atentamente. Quando terminei lágrimas percorriam a minha face já. Quando terminei ela ficou olhando, sem reação. Levantou e foi saindo. - Fernanda? Para onde você vai?
Fernanda: Eu vou embora. - ela falou e virou para mim. -
Wilmer: Fernanda, eu sei que errei. Mais eu juro que me arrependi. Eu preciso de você, Fer. Por favor. Não vá embora. - eu falei, estava desesperado. -
Fernanda: Você praticamente espancou uma mulher. Você quer que eu te apoie? Eu não posso, Wilmer. E se isso acontecer comigo? E se te der a louca e você me bater? Eu não quero isso para mim. Não quero. Vai embora da minha vida, Wilmer. - ela falou e saiu do quarto indo embora. Sentei na cadeira. -
Wilmer: Eu.. eu amo você. - sussurrei. Me desabei em lágrimas. Eu tinha cometido um erro na passado. E agora estava arcando com as consequências. Eu tinha acabado de perder a mulher da minha vida, a mulher que eu amo. Eu preciso da Fernanda, eu preciso do seu toque, do seu abraço, do seu cheiro, do seu beijo. Eu preciso estar ao lado dela. Céus, eu amo aquela mulher mais que a minha própria vida. E agora estava tudo acabado. A minha vida estava completamente acabada. Eu não conseguia parar de chorar. E não pararia assim, tão cedo. -
~~ Fim do FlashBack ~~
Ao terminar de contar tudo, encostei minha cabeça na árvore e comecei a chorar muito. Eu queria tirar aquela dor de dentro de mim, eu queria que aquela dor fosse embora. Abri os olhos e vi Demi aproximando-se de mim. Ela me puxou lentamente e logo em seguida, me deu um abraço forte. Comecei a chorar mais ainda. Logo fomos nos soltando, Demi secou minhas lágrimas. Eu sorri levemente.
Demi: Ei, calma. Vai ficar tudo bem. Eu sei que ela vai pensar bem na decisão dela. Eu sei que ela vai voltar. Calma, Wilmer. - ela sorriu, tentando me passar segurança. -
Wilmer: Eu não tenho tanta certeza. Já se passaram meses Demi. - abaixei o olhar. -
Demi: Se ela te ama de verdade, ela vai voltar. Acredite em mim. - eu sorri. Realmente, Demi era uma garota incrível. -
Wilmer: Agora eu realmente entendo, porque o Joe é tão apaixonado por você. - sorri. Pude perceber que Demi ficou meio desconfortável. - Então, você aceita tomar um sorvete comigo? - perguntei, tentando desconversar. Ela aceitou. Levantamos e fomos caminhando até uma sorveteria que tinha ali perto. -
Demi Lovato narrando.
Eu pudia ver a sinceridade e a dor nos olhos de Wilmer. Eu sentia que ele estava sendo sincero, e sentia que ele estava sofrendo muito. Depois de ele me contar toda a história, eu fiquei morrendo de pena dele. Realmente, ele tinha mudado. Convidou-me para ir tomar um sorvete, eu aceitei e então fomos caminhando até uma sorveteria que tinha ali perto. Quando chegamos, pedimos os sorvetes e então sentamos em uma mesa ali. Ficamos conversando. Logo os nossos pedidos chegaram. Ficamos ali tomando sorvete e conversando. Quando terminamos, ficamos caminhando pela praça. Conversávamos muito e riamos também. Esse sim era o verdadeiro Wilmer Valderrama. Quando era mais ou menos 19:00 da noite, eu decidi ir para casa.
Demi: Wilmer, eu tenho que ir. Já está tarde. - falei. -
Wilmer: Eu te levo em casa, Demi. - ele sorriu. Eu sorri também. -
Demi: Não precisa. Eu posso ir sozinha.
Wilmer: Eu faço questão de te levar. Acha mesmo que vou deixar tu ir sozinha? Nunca! - nós rimos e então fomos em direção a minha casa. Conversávamos, riamos, brincávamos. Tinha sido a tarde mais divertida que eu tinha tido desde que sai do hospital. Chegamos em frente a minha casa. - Bom, está entregue. - ele sorrio. -
Demi: Obrigado por me trazer até aqui. - sorri. -
Wilmer: Que nada. Eu me diverti muito hoje, Demi.
Demi: Eu também. Bom, tenho que ir né. Beijo.
Wilmer: Beijo, Demi. - ele aproximou-se de mim e me deu um beijo na bochecha. Logo em seguida nos abraçamos. - Demi, nós.. ér.. continuaremos sendo amigos? - perguntou-me. Parecia tímido. -
Demi: É claro que sim. Aliás, qualquer dia desses me liga, pra nós sairmos. - sorri. -
Wilmer: Ligo sim. E, obrigado por ter me perdoado Demi. Você realmente é uma pessoa incrível.
Demi: Não tem o que agradecer Wilmer. - sorri. - Bom, eu tenho que entrar mesmo. Até qualquer hora.
Wilmer: Até. - ele me deu um beijo no rosto e saiu. Entrei em casa e fui diretamente para o meu quarto. Estava mega cansada. Troquei de roupa, colocando meu pijama. Desci e jantei. Subi, escovei os dentes e deitei em minha cama. Rapidamente eu adormeci. -
6 mês se passoram desde que eu acordei do coma. Uma semana depois que eu acordei, fui embora do hospital. Desde então, eu me afastei de todos os meus amigos, menos o James é claro. É que tipo, eu não sei, eu estou com medo. Medo de me machucar, de sofrer novamente. E tenho medo de machucar os meus amigos, o Joe. Então, eu acho melhor me afastar dele. Estou aqui, caminhando pela praça. Até que vejo um menino, sentando encostada em uma árvore, aparentemente chorando. Eu conhecia aquela pessoa. Aproximei-me e sentei ao seu lado. Quando olhei, assustei-me ao ver quem era.
Wilmer Valderrama narrando.
Eu passei 1 mês na prisão. Estava respondendo o julgamento em liberdade. Esse um mês que eu fiquei preso me fez pensar muito. Como eu pude me tornar esse monstro? Como eu pude ser tão cruel? Eu acabei com a vida da Demi de uma tal maneira, que só ao lembrar-me dói. Nem eu mesmo acredito que pude fazer isso com alguém. Umas semanas depois que eu sai da prisão, eu conheci uma garota. Da minha idade. Fernanda Bicalho. Céus, ela era linda. O seu sorriso, o seu olhar, o seu cheiro, o seu toque, o seu beijo. Nós começamos a conversar todos os dias, a nos encontrar. Eu fiquei completamente apaixonado por ela. Então, finalmente, começamos a namorar. Céus, eu amava aquela mulher, como nunca tinha amado alguém. Eu queria casar-me e ter filhos com ela. Era ela a minha princesa. Era ela a mulher da minha vida. Então, eu pedi-a em casamento. Ela aceitou. Meses depois que estávamos noivos, eu decide contar para ela tudo o que eu tinha feito com Demi. Eu não queria segredos entre a gente. Eu queria que ela soubesse que eu me arrependia do que tinha feito e não queria mais aquilo para mim. Mais, no momento que eu contei-a, ela surtou. Disse que não queria mais nada comigo, pediu para mim ir embora de sua vida. A dor de ver ela virar as costas e ir embora, foi tão grande que eu nem sei como descrever. Eu queri-a ali comigo, mais não podia te-la por perto por erros que eu cometi no passado. Na verdade, eu entendi ela. Mais cara, eu amava ela mais que tudo. Não tinha um dia se quer que eu não chorasse por sentia a sua falta. E agora, aqui estou eu, sentando encostado em uma árvore me desabando em lágrimas. Eu queria ela aqui comigo. Por que tinha que ser tão difícil? Por que? Pude ver alguém sentar-me ao meu lado. Olhei para ver quem ela, ao mesmo tempo que ela virou para encarar-me. Ambos nos assustamos ao ver quem era. Ali estava ela, ao meu lado, a pessoa que eu mais tinha feito sofrer. Demetria.
Demi: Wi..Wilmer? - ela perguntou um pouco assustada. -
Wilmer: Ah, oi Demi. - sorri envergonhado. Para minha surpresa ela não saiu dali. -
Demi: Eu pensei que você estivesse..bom.. preso. - ela falou fazendo algumas pausas. Olhei-a. -
Wilmer: Meu advogado conseguiu com que eu respondesse o processo em liberdade. - dei um pequeno sorriso. - Eu fiquei um mês preso. Um mês que me fez pensar muito. - eu disse e voltei o meu olhar para baixo. -
Demi: Pensar em que? - perguntou. -
Wilmer: Pensar em tudo. Na minha vida. Em tudo o que eu fiz pra ti, Demi. - eu disse e suspirei logo em seguida. Olhei para ela e ela também me olhava. - Eu queria te pedir perdão, Demi. - eu falei com toda a sinceridade. Ela olhou-me surpresa. - O tempo que eu fiquei preso me fez pensar muito Demi. Afinal, o que diabos eu fiz da minha vida? Por que eu me tornei aquela pessoa cruel, fria, que não se importa com os outros? Por que eu descontava toda a raiva que eu sentia em ti? Por que? Eu sou um babaca, cara. E eu sinto muito, Demi. Sinto mesmo. Eu te fiz sofrer, eu te fiz chorar, eu te bati, eu te machuquei. Nem eu mesmo consigo acreditar que eu pude ser capaz de fazer tudo aquilo contigo. Eu me sinto culpado todos os dias, por tudo o que eu fiz pra ti. Eu quero te pedir perdão, Demi. De verdade. - eu falei. Eu estava realmente sendo sincero. Lágrimas percorriam a minha face. -
Demi: Eu te perdoo. - ela falou e sorriu logo em seguida. Olhei-a surpreendido. -
Wilmer: Como assim? É sério? - perguntei surpreso. -
Demi: Eu sempre soube que aquele não era você, eu sabia que você não era assim. E realmente, eu te perdoo. Você sempre foi como um irmão para mim e vai continuar sendo. Mais, por que você estava chorando, Wilmer? Eu creio que não seja por causa disso. - ela deu uma leve risada. Sorri. -
Wilmer: Realmente, não era por causa disso. - eu abaixei a cabeça. - Mais, você não vai querer saber.
Demi: Eu quero saber sim. Conte-me Wilmer. - ela falou. Olhei-a. -
Wilmer: Então. Depois que eu sai da prisão.. - eu contei a história para ela, que ouvia-me antentamente. - Então eu decidi contar para ela, porque eu não queria segredos na nossa relação. - olhei para frente. -
~~ FlashBack ~~
Eu estava sentado em uma cadeira no meu quarto, olhando para fora. Estava pensativo. Senti alguém colocar a mão em meu ombro, virei-me e pude ver o sorriso mais lindo de todos.
Fernanda: Oi meu amor. - ela falou com aquele sorriso lindo. -
Wilmer: Oi Fêr. - falei, ela abaixou seu rosto e me deu um demorado selinho. Sorri. -
Fernanda: Então, o que você queria comigo de tão urgente? - perguntou-me. -
Wilmer: Senta ali, amor. - apontei para a cadeira que tinha ao meu lado. Ela sentou-se e me olhou atentamente. Sentei de frente para ela. Suspirei antes de começar. - Meu amor, eu quero te contar uma coisa muito importante. Um erro muito grave que eu cometi no passado. Mais, eu vou te contar porque não quero que exista segredos entre a gente. - abaixei minha cabeça. Fernanda colocou seu dedo sobre meu queixo e levantou meu rosto. Olhou em meus olhos e disse: -
Fernanda: Eu amo você, Wilmer. Você pode me contar tudo o que quiser. - ela sorriu, eu apenas assenti. -
Wilmer: Á alguns meses atrás.. - eu contei de toda a minha história com Demetria. Ela apenas ouvia-me atentamente. Quando terminei lágrimas percorriam a minha face já. Quando terminei ela ficou olhando, sem reação. Levantou e foi saindo. - Fernanda? Para onde você vai?
Fernanda: Eu vou embora. - ela falou e virou para mim. -
Wilmer: Fernanda, eu sei que errei. Mais eu juro que me arrependi. Eu preciso de você, Fer. Por favor. Não vá embora. - eu falei, estava desesperado. -
Fernanda: Você praticamente espancou uma mulher. Você quer que eu te apoie? Eu não posso, Wilmer. E se isso acontecer comigo? E se te der a louca e você me bater? Eu não quero isso para mim. Não quero. Vai embora da minha vida, Wilmer. - ela falou e saiu do quarto indo embora. Sentei na cadeira. -
Wilmer: Eu.. eu amo você. - sussurrei. Me desabei em lágrimas. Eu tinha cometido um erro na passado. E agora estava arcando com as consequências. Eu tinha acabado de perder a mulher da minha vida, a mulher que eu amo. Eu preciso da Fernanda, eu preciso do seu toque, do seu abraço, do seu cheiro, do seu beijo. Eu preciso estar ao lado dela. Céus, eu amo aquela mulher mais que a minha própria vida. E agora estava tudo acabado. A minha vida estava completamente acabada. Eu não conseguia parar de chorar. E não pararia assim, tão cedo. -
~~ Fim do FlashBack ~~
Ao terminar de contar tudo, encostei minha cabeça na árvore e comecei a chorar muito. Eu queria tirar aquela dor de dentro de mim, eu queria que aquela dor fosse embora. Abri os olhos e vi Demi aproximando-se de mim. Ela me puxou lentamente e logo em seguida, me deu um abraço forte. Comecei a chorar mais ainda. Logo fomos nos soltando, Demi secou minhas lágrimas. Eu sorri levemente.
Demi: Ei, calma. Vai ficar tudo bem. Eu sei que ela vai pensar bem na decisão dela. Eu sei que ela vai voltar. Calma, Wilmer. - ela sorriu, tentando me passar segurança. -
Wilmer: Eu não tenho tanta certeza. Já se passaram meses Demi. - abaixei o olhar. -
Demi: Se ela te ama de verdade, ela vai voltar. Acredite em mim. - eu sorri. Realmente, Demi era uma garota incrível. -
Wilmer: Agora eu realmente entendo, porque o Joe é tão apaixonado por você. - sorri. Pude perceber que Demi ficou meio desconfortável. - Então, você aceita tomar um sorvete comigo? - perguntei, tentando desconversar. Ela aceitou. Levantamos e fomos caminhando até uma sorveteria que tinha ali perto. -
Demi Lovato narrando.
Eu pudia ver a sinceridade e a dor nos olhos de Wilmer. Eu sentia que ele estava sendo sincero, e sentia que ele estava sofrendo muito. Depois de ele me contar toda a história, eu fiquei morrendo de pena dele. Realmente, ele tinha mudado. Convidou-me para ir tomar um sorvete, eu aceitei e então fomos caminhando até uma sorveteria que tinha ali perto. Quando chegamos, pedimos os sorvetes e então sentamos em uma mesa ali. Ficamos conversando. Logo os nossos pedidos chegaram. Ficamos ali tomando sorvete e conversando. Quando terminamos, ficamos caminhando pela praça. Conversávamos muito e riamos também. Esse sim era o verdadeiro Wilmer Valderrama. Quando era mais ou menos 19:00 da noite, eu decidi ir para casa.
Demi: Wilmer, eu tenho que ir. Já está tarde. - falei. -
Wilmer: Eu te levo em casa, Demi. - ele sorriu. Eu sorri também. -
Demi: Não precisa. Eu posso ir sozinha.
Wilmer: Eu faço questão de te levar. Acha mesmo que vou deixar tu ir sozinha? Nunca! - nós rimos e então fomos em direção a minha casa. Conversávamos, riamos, brincávamos. Tinha sido a tarde mais divertida que eu tinha tido desde que sai do hospital. Chegamos em frente a minha casa. - Bom, está entregue. - ele sorrio. -
Demi: Obrigado por me trazer até aqui. - sorri. -
Wilmer: Que nada. Eu me diverti muito hoje, Demi.
Demi: Eu também. Bom, tenho que ir né. Beijo.
Wilmer: Beijo, Demi. - ele aproximou-se de mim e me deu um beijo na bochecha. Logo em seguida nos abraçamos. - Demi, nós.. ér.. continuaremos sendo amigos? - perguntou-me. Parecia tímido. -
Demi: É claro que sim. Aliás, qualquer dia desses me liga, pra nós sairmos. - sorri. -
Wilmer: Ligo sim. E, obrigado por ter me perdoado Demi. Você realmente é uma pessoa incrível.
Demi: Não tem o que agradecer Wilmer. - sorri. - Bom, eu tenho que entrar mesmo. Até qualquer hora.
Wilmer: Até. - ele me deu um beijo no rosto e saiu. Entrei em casa e fui diretamente para o meu quarto. Estava mega cansada. Troquei de roupa, colocando meu pijama. Desci e jantei. Subi, escovei os dentes e deitei em minha cama. Rapidamente eu adormeci. -
sexta-feira, 13 de julho de 2012
This Is Our Song. - Capitulo 18. - Finalmente, você acordou.
Acordei com o sol sobre meu rosto, pude perceber que já era de manhã. Levantei-me da cama de Demi e coloquei a nossa foto dentro da gaveta, aonde ela estava ontem. Pulei de varandas e entrei no meu quarto. Fui para o meu quarto e tomei um banho. Sai e coloquei qualquer roupa. Desci e tomei café. Subi, escovei os dentes e desci novamente. Demetria não saia da minha cabeça um minuto se quer. Quando eu desci, pude ver meus pais sentados no sofá, junto com Frankie. Nick e Kevin estavam em pé me esperando para irmos ao hospital.
Frankie: Dá para alguém explicar o que está acontecendo? - eu sentei no sofá de frente para ele. -
Joe: A Demi, ela.. está no hospital.
Frankie: Ela está bem, não é? - ele perguntou preocupado. Frankie adorava Demi, e era completamente apaixonado por sua irmã mais nova, Maddie. -
Nick: Ela está em.. coma! - ele disse com a voz falha. Eu abaixei a cabeça e logo tratei de secar uma lágrima que tinha escorrido de meus olhos. Levantei a cabeça e encarei-os. -
Kevin: Agora, nós temos que ir para o hospital. Nick, Joe, vamos?
Frankie: Eu vou com vocês. - ele falou determinado. Nós olhamos para ele. -
Joe: Frankie.. - ele me interrompeu. -
Frankie: Por favor, Joe! Eu preciso ver como a Maddie está, eu quero ficar ao lado dela. Por favor! - ele pediu com seus olhos cheio de lágrimas. Eu apenas assenti. Nós entramos e fomos em direção ao carro de Kevin. Entramos e partimos em direção ao hospital, em um silêncio imenso. -
Maddie De La Garza narrando.
Acabo de chegar em casa, tinha dormido na casa de uma amiga minha, Ciara Bravo. Ela é irmã do James, amigo da Demi. Quando abro a porta de casa, vejo apenas Dallas sentada no sofá, com uma cara apreensiva. Vou até ela e dou-lhe um beijo na bochecha, ela pede para eu sentar que tínhamos que conversar. Eu sento de frente para ela.
Maddie: Cadê os nossos pais e a Demi? - perguntei. Ela olhou-me carinhoso. -
Dallas: Então Maddie, aconteceu uma coisinha. E a Demi, ela tá no hospital. - ela falou e eu pude ver uma lágrima escorrer de seus olhos. Tinha mais alguma coisa. -
Maddie: Ela está bem, né? - eu perguntei rapidamente. -
Dallas: Infelizmente, não. A Demi está em.. coma. - ela falou com sua voz falhada. Eu não ouvi mais nada, o mundo parou. Eu só podia sentir as lágrimas escorrendo por minha face. A minha irmã estava em coma? A pessoa que eu mais confio, que eu mais admiro? A única que me entende de verdade. Eu levantei rapidamente, Dallas me olhava. -
Maddie: Vamos para o hospital Dallas. Agora! - eu falei e sai rapidamente pela porta, indo até o carro de Dallas. Quando chegamos no hospital, eu sai correndo. A única coisa que eu sabia fazer era chorar. Eu fui procurando pelos corredores, até que eu avistei todos: Miley, Liam, Selena, Justin, Nick, Ashley, Kevin, Dani, James, Chelsea, Joe, Taylor's, meus pais, Patrick e o.. Frankie. Eu corri até eles. Quando cheguei, Frankie veio até mim e me abraçou. Eu chorava e abraçava fortemente ele. O medo me dominava. O medo de perder a minha irmãzinha. Eu pedi para ver a Demi e eles deixaram. Frankie foi comigo até a frente do quarto dela. Eu entrei e fui me aproximando. O meu coração se despedaçava ao ver ela, ali, deitada em uma cama de hospital, ligada a aparelhos, correndo risco de morrer. Eu cheguei ao seu lado, peguei sua mão. Com uma de minhas mãos eu segurava a mão dela, e com a outra eu acariciava levemente o rosto dela, enquanto lágrimas escorriam de meus olhos. Me matava ver a Demi naquele estado. - Você me ouve Demi? Eu espero que sim. Por favor, não me deixa Demi. Eu preciso tanto de você aqui. Você sempre ficou do meu lado quando eu mais precisava, você me dava os melhores conselhos, tirava meus medos, minhas inseguranças. Você me fazia sorrir, me fazia feliz, me mostrava o real sentido da verdadeira irmã. Você é meu porto seguro, meu ponto de paz. Eu não posso perder você. Demi, não me deixa. Por favor. - a minha voz falhou e eu desabei em choro. - Eu não suportaria te perder. Seria como se eu não tivesse mais motivos para continuar. Demi, você é a melhor irmã do mundo, nunca se esqueça disso. Eu estou aqui com você, tá? Eu sempre vou estar. Eu te amo, maninha. Eu te amo mais que tudo. Por favor, Demi. - eu falei e então desabei em chorar. Encostei-me na parede do quarto dela de hospital e fui deslizando, quando cheguei até o chão eu desabei em choro. Eu chorava mais que tudo. Alguém entrou e quando vi era Frankie. Ele aproximou-se de mim, sentou-se ao meu lado e sem dizer nada, me abraçou. Chorei mais ainda em seus braços. Fomos nos separando lentamente, nossos rostos ficaram colados. Ele olhou em meus olhos, foi como se eu estivesse hipnotizada. Nos aproximamos lentamente. Nossas respirações se misturaram, formando uma só. Ele colocou sua mão em minha nuca e puxou-me, me fazendo ficar mais perto dele. Nossos lábios finalmente se tocaram. Sua língua explorava cada canto da minha boca. Eu queria ele por perto. A melhor coisa de todas era poder beijá-lo. Sentia-me completa. Nos separamos por conta da falta de ar. Ficamos alguns minutos em silêncio, apenas nos olhando, com um sorriso enorme em ambos os rostos. Ele aproximou-se de mim, levou seus lábios até meu ouvido e sussurou: -
Frankie: Eu te amo, muito minha menina. - ele falou. Eu sorri mais ainda. Aproximei meus lábios de seus ouvidos e sussurrei: -
Maddie: Eu amo muito você, meu menino. - pude perceber que seu sorriso cresceu. Aproximou-se de mim e selamos nossos lábios novamente. Eu poderia dizer que esse momento está sendo perfeito, mais não está. Não está, porque a minha irmã está em uma cama de hospital. Mais, eu estava tentando aproveitar cada momento ali, com ele. Com o M-E-U Frankie. -
James Maslow narrando.
Tinha passado 1 mês desde que tudo aconteceu. Eu e a galera tínhamos voltada a ir para a escola, mais não prestávamos atenção em nada. Queríamos apenas saber da Demi. Ela continuava na mesma, mais eu ainda tinha esperança de que ela iria acordar. Nesse tempo eu comecei a passar mais tempo com a Chelsea. É, realmente, eu estou apaixonado por ela. Aqui estou eu, entrando no hospital para ir visitar a Demi. Perguntei na recepção se tinha alguém no quarto dela, ela disse que não. Então, fui até o elevador. Quando cheguei ao andar do quarto de Demi, fui andando pelo correndo. Até chegar na frente da porta. Suspirei fundo e entrei lentamente. Sentei-me em uma poltrona que tinha ao lado da cama de Demi. Peguei em sua mão e olhei-a. Lágrimas percorreram a minha face. Era impossível ver Demi naquele estado e não chorar.
James: Uma semana atrás, fez uma semana que você está aqui, em coma. Nós todos estamos sentindo a tua falta. Inclusive eu. Eu sinto tanto a falta do teu abraço, de ver o teu sorriso, de ouvir a tua voz, de poder te contar as coisas, de te acolher em meus braços e fazer-te sentir segura. Eu sinto a falta da minha melhor amiga, ao meu lado. Eu queria você aqui Demi, por favor.. - eu comecei a sentir compulsivamente. Segurei sua mão e abaixei minha cabeça, chorando. Eu senti um aperto na minha mão. No começo achei que fosse apenas coisa da minha cabeça, mais eu senti outra vez. Levantei a cabeça e me surpreendi ao ver Demi com os olhos abertos. Levantei e aproximei-me mais dela. - Demi?
Demi: Ja..mes. - ela falou lentamente. Eu abri o maior de todos os sorrisos. Finalmente, ela tinha voltado. A minha Demi voltou. -
James: Finalmente, você acordou. - eu sorri ainda mais. -
Demi: Pois é. - ela deu uma leve risada. - O que aconteceu? - perguntou com uma cara confusa. -
James: Tem certeza que tu quer saber disso agora? - perguntei a ela. -
Demi: Sim, eu quero saber. O que aconteceu James? - perguntou-me. Suspirei e então contei tudo á ela. -
Frankie: Dá para alguém explicar o que está acontecendo? - eu sentei no sofá de frente para ele. -
Joe: A Demi, ela.. está no hospital.
Frankie: Ela está bem, não é? - ele perguntou preocupado. Frankie adorava Demi, e era completamente apaixonado por sua irmã mais nova, Maddie. -
Nick: Ela está em.. coma! - ele disse com a voz falha. Eu abaixei a cabeça e logo tratei de secar uma lágrima que tinha escorrido de meus olhos. Levantei a cabeça e encarei-os. -
Kevin: Agora, nós temos que ir para o hospital. Nick, Joe, vamos?
Frankie: Eu vou com vocês. - ele falou determinado. Nós olhamos para ele. -
Joe: Frankie.. - ele me interrompeu. -
Frankie: Por favor, Joe! Eu preciso ver como a Maddie está, eu quero ficar ao lado dela. Por favor! - ele pediu com seus olhos cheio de lágrimas. Eu apenas assenti. Nós entramos e fomos em direção ao carro de Kevin. Entramos e partimos em direção ao hospital, em um silêncio imenso. -
Maddie De La Garza narrando.
Acabo de chegar em casa, tinha dormido na casa de uma amiga minha, Ciara Bravo. Ela é irmã do James, amigo da Demi. Quando abro a porta de casa, vejo apenas Dallas sentada no sofá, com uma cara apreensiva. Vou até ela e dou-lhe um beijo na bochecha, ela pede para eu sentar que tínhamos que conversar. Eu sento de frente para ela.
Maddie: Cadê os nossos pais e a Demi? - perguntei. Ela olhou-me carinhoso. -
Dallas: Então Maddie, aconteceu uma coisinha. E a Demi, ela tá no hospital. - ela falou e eu pude ver uma lágrima escorrer de seus olhos. Tinha mais alguma coisa. -
Maddie: Ela está bem, né? - eu perguntei rapidamente. -
Dallas: Infelizmente, não. A Demi está em.. coma. - ela falou com sua voz falhada. Eu não ouvi mais nada, o mundo parou. Eu só podia sentir as lágrimas escorrendo por minha face. A minha irmã estava em coma? A pessoa que eu mais confio, que eu mais admiro? A única que me entende de verdade. Eu levantei rapidamente, Dallas me olhava. -
Maddie: Vamos para o hospital Dallas. Agora! - eu falei e sai rapidamente pela porta, indo até o carro de Dallas. Quando chegamos no hospital, eu sai correndo. A única coisa que eu sabia fazer era chorar. Eu fui procurando pelos corredores, até que eu avistei todos: Miley, Liam, Selena, Justin, Nick, Ashley, Kevin, Dani, James, Chelsea, Joe, Taylor's, meus pais, Patrick e o.. Frankie. Eu corri até eles. Quando cheguei, Frankie veio até mim e me abraçou. Eu chorava e abraçava fortemente ele. O medo me dominava. O medo de perder a minha irmãzinha. Eu pedi para ver a Demi e eles deixaram. Frankie foi comigo até a frente do quarto dela. Eu entrei e fui me aproximando. O meu coração se despedaçava ao ver ela, ali, deitada em uma cama de hospital, ligada a aparelhos, correndo risco de morrer. Eu cheguei ao seu lado, peguei sua mão. Com uma de minhas mãos eu segurava a mão dela, e com a outra eu acariciava levemente o rosto dela, enquanto lágrimas escorriam de meus olhos. Me matava ver a Demi naquele estado. - Você me ouve Demi? Eu espero que sim. Por favor, não me deixa Demi. Eu preciso tanto de você aqui. Você sempre ficou do meu lado quando eu mais precisava, você me dava os melhores conselhos, tirava meus medos, minhas inseguranças. Você me fazia sorrir, me fazia feliz, me mostrava o real sentido da verdadeira irmã. Você é meu porto seguro, meu ponto de paz. Eu não posso perder você. Demi, não me deixa. Por favor. - a minha voz falhou e eu desabei em choro. - Eu não suportaria te perder. Seria como se eu não tivesse mais motivos para continuar. Demi, você é a melhor irmã do mundo, nunca se esqueça disso. Eu estou aqui com você, tá? Eu sempre vou estar. Eu te amo, maninha. Eu te amo mais que tudo. Por favor, Demi. - eu falei e então desabei em chorar. Encostei-me na parede do quarto dela de hospital e fui deslizando, quando cheguei até o chão eu desabei em choro. Eu chorava mais que tudo. Alguém entrou e quando vi era Frankie. Ele aproximou-se de mim, sentou-se ao meu lado e sem dizer nada, me abraçou. Chorei mais ainda em seus braços. Fomos nos separando lentamente, nossos rostos ficaram colados. Ele olhou em meus olhos, foi como se eu estivesse hipnotizada. Nos aproximamos lentamente. Nossas respirações se misturaram, formando uma só. Ele colocou sua mão em minha nuca e puxou-me, me fazendo ficar mais perto dele. Nossos lábios finalmente se tocaram. Sua língua explorava cada canto da minha boca. Eu queria ele por perto. A melhor coisa de todas era poder beijá-lo. Sentia-me completa. Nos separamos por conta da falta de ar. Ficamos alguns minutos em silêncio, apenas nos olhando, com um sorriso enorme em ambos os rostos. Ele aproximou-se de mim, levou seus lábios até meu ouvido e sussurou: -
Frankie: Eu te amo, muito minha menina. - ele falou. Eu sorri mais ainda. Aproximei meus lábios de seus ouvidos e sussurrei: -
Maddie: Eu amo muito você, meu menino. - pude perceber que seu sorriso cresceu. Aproximou-se de mim e selamos nossos lábios novamente. Eu poderia dizer que esse momento está sendo perfeito, mais não está. Não está, porque a minha irmã está em uma cama de hospital. Mais, eu estava tentando aproveitar cada momento ali, com ele. Com o M-E-U Frankie. -
James Maslow narrando.
Tinha passado 1 mês desde que tudo aconteceu. Eu e a galera tínhamos voltada a ir para a escola, mais não prestávamos atenção em nada. Queríamos apenas saber da Demi. Ela continuava na mesma, mais eu ainda tinha esperança de que ela iria acordar. Nesse tempo eu comecei a passar mais tempo com a Chelsea. É, realmente, eu estou apaixonado por ela. Aqui estou eu, entrando no hospital para ir visitar a Demi. Perguntei na recepção se tinha alguém no quarto dela, ela disse que não. Então, fui até o elevador. Quando cheguei ao andar do quarto de Demi, fui andando pelo correndo. Até chegar na frente da porta. Suspirei fundo e entrei lentamente. Sentei-me em uma poltrona que tinha ao lado da cama de Demi. Peguei em sua mão e olhei-a. Lágrimas percorreram a minha face. Era impossível ver Demi naquele estado e não chorar.
James: Uma semana atrás, fez uma semana que você está aqui, em coma. Nós todos estamos sentindo a tua falta. Inclusive eu. Eu sinto tanto a falta do teu abraço, de ver o teu sorriso, de ouvir a tua voz, de poder te contar as coisas, de te acolher em meus braços e fazer-te sentir segura. Eu sinto a falta da minha melhor amiga, ao meu lado. Eu queria você aqui Demi, por favor.. - eu comecei a sentir compulsivamente. Segurei sua mão e abaixei minha cabeça, chorando. Eu senti um aperto na minha mão. No começo achei que fosse apenas coisa da minha cabeça, mais eu senti outra vez. Levantei a cabeça e me surpreendi ao ver Demi com os olhos abertos. Levantei e aproximei-me mais dela. - Demi?
Demi: Ja..mes. - ela falou lentamente. Eu abri o maior de todos os sorrisos. Finalmente, ela tinha voltado. A minha Demi voltou. -
James: Finalmente, você acordou. - eu sorri ainda mais. -
Demi: Pois é. - ela deu uma leve risada. - O que aconteceu? - perguntou com uma cara confusa. -
James: Tem certeza que tu quer saber disso agora? - perguntei a ela. -
Demi: Sim, eu quero saber. O que aconteceu James? - perguntou-me. Suspirei e então contei tudo á ela. -
domingo, 1 de julho de 2012
This Is Our Song. - Capitulo 17. - Eu preciso da minha Demi!
Eu sai correndo da casa de Joseph e fui correndo até a casa da Demi, não toquei a campainha e entrei. Eu comecei a ouvir barulhos vindo lá de cima, ouvi um barulho alto de choro. Era ela, a Demi. Subi as escadas correndo e quando abri a porta do quarto da Demi, eu paralisei. Wilmer estava sobre a Demi, espancando-á praticamente. Quando eu abri a porta, eu pude ver ele dar um soco tão forte nela, que ela ficou desacordada. Eu sai correndo e o empurrei, fazendo ele cair no chão. Subi em cima dele, e comecei á lhe dar muitos socos. Eu o batia com toda a minha força, não deixava ele nem tentar se defender. Apenas parei, quando vi que ele estava desacordada. Peguei Demi no colo e fui descendo ás escadas, Justin entrou na porta e quando ele viu Demi nos meus braços, naquele estado, ficou chocado.
James: Justin, chama a polícia. E se o Wilmer acordar antes da polícia chegar, faça qualquer coisa, mais não o deixe ir embora. - falei rapidamente, indo em direção a porta. -
Justin: Ok. Mais eu o denuncio, pelo que?
James: Porque ele espancou a Demi, tentou abusar dela. - falei nervoso. peguei a chave do carro do pai de Demi, e coloquei ela no banco de trás, logo dei a partida. Quando cheguei no hospital, sai rapidamente e á peguei no colo. Entrei no hospital correndo. - ALGUÉM AJUDA! RÁPIDO! AJUDA, POR FAVOR! - eu gritei com lágrimas escorrendo por todo o meu rosto. Logo vários médicos vieram, colocaram-á em uma maca e levaram ela. Eu fui até a sala de espera, me encolhi em um canto e comecei a chorar desesperadamente. Eu podia ter impedido tudo isso. Eu podia ter denunciado Wilmer. Eu podia não ter deixado Demi namorar com ele. Eu deveria ter protegido ela. Eu poderia ter feito alguma coisa. Mais não, eu fiquei lá, parado, sem fazer nada e agora olha onde ela está. DROGA, JAMES VOCÊ É UM BABACA! Eu sentia ódio de mim mesmo. Logo avistei Miley, Liam, Nick, Ash, Kev, Dani, Selena e Chelsea chegando. Fui até elas. Chelsea me abraçou e eu comecei a chorar mais ainda. Até que eu senti a falta de alguém. Joseph! Ele não estava aqui. Separei-me rapidamente de Chelsea e olhei para eles. - Cadê o Joe? Porque ele não veio? - eu perguntei. as meninas se entre-olharam. - Eu quero a verdade. - falei antes que elas pudessem tentar inventar qualquer tipo de mentira. Selena suspirou. -
Selena: Ele não quis vir. Disse que não tinha nada a ver com isso. Ele disse: "A Demi que terminou comigo, que disse não me amar, então eu não tenho nada a ver com a vida dela. Ela não sentirá minha falta mesmo. Afinal, eu não sou nada para ela. Então, eu não irei." - eles me olharam. eu não falei nada, apenas sai correndo para fora do hospital. Eu sentia minhas veias arderem de ódio. Ouvia os gritos das meninas e os gritos também dos meninos que estavam correndo atrás de mim. Entrei no carro do pai de Demi, e sai rapidamente antes que os meninos pudessem me alcançar. Logo cheguei em frente á casa de Demi. Deixei o carro lá e fui até a casa do Joe. Entrei rapidamente e fui indo até o jardim. Quando cheguei lá, ele estava sentado, olhando para o nada. Eu corri até ele. Estava com o ódio transparecendo nos meus olhos. -
James: VOCÊ É LOUCO? - eu gritei e ele olhou para mim. Levantou-se e ficou de frente para mim. - COMO VOCÊ PODE NÃO IR VER A DEMI? COMO VOCÊ PODE SER TÃO SEM CORAÇÃO ASSIM JOSEPH? - eu gritava nervoso. -
Joe: PORQUE EU IRIA? ELA NÃO ME AMA, NÃO ME QUER MAIS POR PERTO. NÓS NÃO TEMOS MAIS NADA. ALÉM DO MAIS, O NAMORADINHO DELA JÁ DEVE ESTAR AO SEU -LADO, NÃO É? - gritou irônico. Ah, Joseph! Você realmente não sabe o que está falando. -
James: VOCÊ É LOUCO? A DEMI TE AMA, JOSEPH! TE AMA MAIS QUE TUDO, VOCÊ É A ÚNICA COISA QUE IMPORTA PARA ELA.
Joe: PARA DE MENTIR! SE ELA ME AMASSE NÃO TERIA TERMINADO COMIGO! - ele gritou e eu pude ver uma lágrima escorrer de seu olho. -
James: ELA TERMINOU COM VOCÊ, PORQUE WILMER AMEAÇOU ELA! O WILMER BATE NELA JOSEPH, TODOS OS DIAS PRATICAMENTE. ELE AMEAÇOU A DEMI, QUE MATARIA OS PAIS DELA, OS AMIGOS E PRINCIPALMENTE VOCÊ! ENTÃO ELA TEVE QUE TERMINAR CONTIGO. PORQUE NÃO QUERIA QUE NINGUÉM SE MACHUCASSE POR CAUSA DELA. MUITO MENOS VOCÊ! ELA CHORAVA TODOS OS DIAS, POR SENTIR A SUA FALTA! SABE PORQUE? PORQUE ELA TE AMA! ELA TE AMA MAIS QUE TUDO NESTE MUNDO, JOSEPH! E VOCÊ? VAI FICAR AÍ PARADO OU VAI ATÉ O HOSPITAL VER ELA? VOCÊ É UM IDIOTA MESMO, JOSEPH! - eu gritei extremamente nervoso. Eu pude ver inúmeras lágrimas escorrer dos olhos de Joe. -
Joe: Ela me.. me ama? - ele perguntou em um sussurro, com a voz falhando. Joseph amava Demetria, isso estava na cara. -
James: É CLARO QUE SIM, CARA! - ele não se mexia. Eu dei um tapa em sua testa. Ele me olhou confuso. - VEM LOGO JOSEPH! - eu gritei correndo até a garagem de Joseph. Entramos no carro do pai dele e fomos para o hospital. Quando entramos, estavam todos na sala de espera, ainda chorando. Chegamos correndo e paramos em frente á eles. - E aí? Alguma notícia? Como ela está? - perguntei logo que paramos de correr. Eles olharam-nos. -
Chelsea: Nenhuma notícia ainda. - ela falou enquanto inúmeras lágrimas escorriam por sua face. -
Miley: Eu.. eu quero a minha amiga. Por favor. EU PRECISO DA MINHA DEMI! ELA TEM QUE FICAR BEM. SE ALGO ACONTECER COM ELA, EU.. EU MORRO! EU PRECISO DA MINHA DEMI, POR FAVOR! Demi.. por favor. - ela falou chorando descontroladamente. Liam á abraçou também chorando. Todos lá choravam. Estávamos em total desespero. Logo os pais da Demi chegaram. Puxei-os até um canto e contei para eles o que tinha acontecido. A mãe de Demi entrou em desespero e se desabou em chorar nos braços de Eddie. Logo o pai de Demi, Patrick, também chegou. -
Patrick: Como a minha filha está? - ele perguntou logo quando parou ao meu lado. -
James: Nós ainda não tenho notícias. - eu falei. sentei-me em uma cadeira, ao lado de Chelsea e á abracei. Nós todos chorávamos. 1 hora e meia depois, o médico chegou. Eu pude Miley praticamente pular no pescoço dele. Ela estava descontrolada, em total desespero. -
Miley: COMO A MINHA DEMI, TÁ? ELA VAI FICAR BEM NÉ? ELA TÁ BEM? COMO ELA TÁ? ME DIZ QUE ELA VAI FICAR BEM.. POR FAVOR! DIZ QUE A MINHA DEMI VAI FICAR BEM. POR FAVOR! - ela gritou puxando a camisa do médico, ele a olhou assustado. Liam correu até ela e á abraçou. Fomos todos até o médico. -
Nick: Então, como a Demi está doutor? - ele perguntou. O médico nos olhou, sério. -
Médico: O quadro da senhorita Lovato é muito grave. Eu sinto muito pro ter que dar-lhes essa notícia, mais.. a senhorita Demetria está em coma! Eu sinto muito. Qualquer notícia, eu venho até aqui. - ele falou e saiu. Todos nós entramos em mais desespero ainda e começamos a chorar. A minha Demi estava em coma! eu não acredito, não pode ser. Se.. se eu tivesse impedido tudo isso. Eu podia ter impedido tudo isso de acontecer. -
Miley: Eu quero a minha amiga. Por favor. Diz que isso é uma brincadeira. Diz que a minha amiga está bem e que ela logo vai sair desse hospital sorrindo, como sempre! DIZ PRA MIM LIAM! - ela gritou. -
Liam: Eu sinto muito, Miles. - foi a única coisa que ele disse, pois começou a chorar muito e abraçou Miley. Todos estávamos abraçando um ao outro, em desabamentos de lágrimas. Eu pude ouvir Patrick, falar: -
Patrick: Não, não pode ser. Logo agora que ela tinha me perdoado, que tudo estava bem entre nós. Eu não posso perder a minha filha. Eu não posso. Não a minha princesinha. - ele chorava muito. Dianna foi até ele e o abraçou. Eu pude ver Joe sair correndo de lá, chorando descontroladamente. Chelsea veio até mim e me abraçou. Todos ficamos ali. Abraçados, chorando. Eu não queria perder a Demi, eu não podia perder ela. Não podia! -
Joe Jonas narrando.
Eu saí correndo daquela sala de espera de hospital. Corri até o carro de meu pai, sentei no banco do motorista e me desabei em lágrimas. Liguei o carro e dei a partida até a minha casa. Deixei o carro do meu pai na garagem e entrei correndo em casa. Fui para o meu quarto, chorando. Eu vi a janela do quarto da Demi aberta. Então, pulei de varanda e entrei no seu quarto. Peguei uma foto sua que tinha na escrivaninha que tinha ao lado de sua cama. Sentei-me na cama dela, olhando aquela foto. Inúmeras lágrimas percorriam a minha face. Como ela era linda, céus! Eu tinha sido um completo idiota. Ela me amava, me amava muito. Ela terminou comigo para eu não me machucar. Ela terminou comigo porque foi ameaçada. Porque ela se importa comigo, com seus pais e com seus amigos. E eu pensando que ela não me amava, que nunca tinha me amado. Wilmer batia nela todos os dias! Eu não acredito nisso. Eu sentia o ódio correndo por minhas veias. Mais eu não conseguia pensar em mais nada, a não ser em ela estar em coma. Em coma! A minha menina estava em coma. Coma! Me destruía por dentro, pensar que eu poderia nunca mais ver o sorriso, o brilho dos olhos, da minha Demi. Que eu poderia nunca mais ouvir sua voz, nunca mais abraça-lá, beijá-lá. Eu coloquei a foto no seu devido lugar, e coloquei meu rosto entre minhas mãos. Me desabei em chorar. Mais eu senti que precisava ver algo. Abri a gaveta da escrivaninha da Demi e pude ver uma foto nossa. Nós dois. Ela estava ao lado de uma folha, peguei a foto e a folha. Comecei a ler.
"Oh, meu doce Joseph, eu te amarei eternamente. E nada poderá destruir isso. O meu amor por você irá além de todas as montanhas, todos os céus, todas as medidas. Se você soubesse como é grande a dor que eu sinto, quando estou longe de você. Se você soubesse que é com você que eu quero estar até o último suspiro da minha vida. Mais, infelizmente, isso não é possível. Mais, eu estou me separando de você, para o seu bem, para você não se machucar. Oh, eu não suportaria ver você machucado por minha culpa. Céus, só Deus para saber como é grande a dor que a sua ausência me faz. A falta que você me faz a cada suspiro. A dor fica maior, a cada suspiro que eu dou longe de você. E quando você disse Adeus para mim, foi como se o meu mundo desabasse. Você pode achar que eu não te amo, mais, não é verdade. Você é o que realmente importa para mim. Você me mostrou o real significado da palavra: Amor. Milhares de homens poderão aparecer em minha vida depois de você, mais ninguém te substituirá. Como é grande o meu amor por você. Você deve estar á me odiar neste momento. Eu estou me odiando neste momento. Mais, um dia, você descobrirá que é tudo para o seu bem. Nunca deixe de sorrir, por que o seu sorriso é o que me mantém respirando a cada dia que passa. Mesmo nós dois não estando mais juntos, eu estarei com você, até o fim. Eu te amo tanto. Eu amarei você eternamente. Oh, meu doce Joseph, eu amarei você muito além da simples eternidade."
Oh, céus. Minhas mãos tremiam com aquela folha em minha mão. Meus olhos estavam embaçados por conta das lágrimas. Então, ela me amava mesmo. Ela me amava muito. Ah, se ela soubesse que daria a minha vida por ela. Se ela soubesse o quanto eu á amo. O quanto eu queria poder abraça-lá, beijá-lá. O quanto eu queria poder ver o seu sorriso encantador. O quanto eu queria poder estar ao seu lado. Eu amo tanto a Demi. Peguei uma caneta que tinha na escrivaninha, e escrevi na parte de trás da folha. "Oh, minha doce Demetria. Eu queria poder estar te olhando nos olhos neste momento e te dizer o quanto você é importante para mim. Você deveria ter me contado sobre Wilmer, talvez não teria chegado a tal ponto. Agora, você está deitada em uma cama de hospital, em coma. E eu estou aqui, escrevendo isso em meio ás lágrimas que escorrem de meus olhos. Eu queria te falar que tudo o que você escreveu é muito lindo. Eu queria dizer-te que você, definitivamente, foi a melhor coisa que me aconteceu em toda a minha vida. Eu queria encontrar o amor verdadeiro, algum dia. E foi só você aparecer, com o seu jeito meigo, com o seu sorriso, com o seu olhar, que você me mudou por completo. Eu aprendi o significado da palavra: Amor Verdadeiro. Você ensinou-me a ser forte, a amar incondicionalmente. Estar aqui, sem você, é como se eu não tivesse mais motivos para viver, para respirar. Eu queria poder abraçar-te, beijar-te. Queria poder dizer-te o quanto te amo. Eu sinto sua falta. Eu sinto falta do seu sorriso. Eu sinto falta de ouvir a sua voz. Eu sinto falta de ver os seus olhos brilhantes, tão penetrantes. Não vai embora, meu amor. Se você for, eu vou sofrer demais. Se você for sempre minha, eu serei sempre seu. Não vai embora, minha Demi. A eternidade espera por nós dois, juntos, lado a lado. Me perdoe por não ter ficado ao seu lado, quando você estava mais precisando. Não dá para mim viver sem você. Seria como se eu estivesse vivo sem estar vivendo. Agora você faz parte de mim. Você é meu ar, meu céu, meu mundo, meu coração. Eu não tento mais fingir que estou bem, porque eu não estou. Eu não quero perder você, por favor. Eu não aguentaria viver sem você, Eu não aguentaria te perder. Eu realmente preciso de você para ser feliz, Demetria. Eu quero que tu saibas que eu estarei contigo, até o fim. E que nada mudará o amor que eu sinto por ti. Ah, minha Demi. Não vá embora, por favor. Eu te peço. Eu preciso de você aqui, para conseguir sobreviver. Não vá embora, por favor, meu amor. Continue aqui, pelo nosso amor. Eu te amo tanto. Eu amarei você eternamente. Oh, minha doce Demetria, eu amarei você muito além da simples eternidade.
Com muito amor, do seu Joseph!"
Eu terminei de escrever e coloquei a caneta aonde ela estava antes de eu pega-lá. Guardei a folha em seu devido lugar e peguei novamente a foto, de nós dois. Fiquei-a olhando. Oh, Céus, o que seria de mim sem a Demi. Eu não teria mais motivos para viver. Não teria motivos para continuar. Eu á amo tanto. Deitei em sua cama, com sua foto em minhas mãos. Deitei minha cabeça sobre seu travesseiro e senti o seu cheiro doce. O cheiro da minha Demetria. Eu comecei a chorar desesperadamente, enquanto sentia seu cheiro e olhava nossas fotos, juntos. "Ah minha Demetria, eu á amo tanto. Não suportaria perdê-la. Seria uma dor sem fim. Você é tudo o que eu sempre quis. Eu te amo. Eu amarei-te muito além da eternidade, minha doce Demetria. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo, para sempre", eu pensei e logo depois adormeci em meio ás lágrimas. Abraçada com a nossa foto.
James: Justin, chama a polícia. E se o Wilmer acordar antes da polícia chegar, faça qualquer coisa, mais não o deixe ir embora. - falei rapidamente, indo em direção a porta. -
Justin: Ok. Mais eu o denuncio, pelo que?
James: Porque ele espancou a Demi, tentou abusar dela. - falei nervoso. peguei a chave do carro do pai de Demi, e coloquei ela no banco de trás, logo dei a partida. Quando cheguei no hospital, sai rapidamente e á peguei no colo. Entrei no hospital correndo. - ALGUÉM AJUDA! RÁPIDO! AJUDA, POR FAVOR! - eu gritei com lágrimas escorrendo por todo o meu rosto. Logo vários médicos vieram, colocaram-á em uma maca e levaram ela. Eu fui até a sala de espera, me encolhi em um canto e comecei a chorar desesperadamente. Eu podia ter impedido tudo isso. Eu podia ter denunciado Wilmer. Eu podia não ter deixado Demi namorar com ele. Eu deveria ter protegido ela. Eu poderia ter feito alguma coisa. Mais não, eu fiquei lá, parado, sem fazer nada e agora olha onde ela está. DROGA, JAMES VOCÊ É UM BABACA! Eu sentia ódio de mim mesmo. Logo avistei Miley, Liam, Nick, Ash, Kev, Dani, Selena e Chelsea chegando. Fui até elas. Chelsea me abraçou e eu comecei a chorar mais ainda. Até que eu senti a falta de alguém. Joseph! Ele não estava aqui. Separei-me rapidamente de Chelsea e olhei para eles. - Cadê o Joe? Porque ele não veio? - eu perguntei. as meninas se entre-olharam. - Eu quero a verdade. - falei antes que elas pudessem tentar inventar qualquer tipo de mentira. Selena suspirou. -
Selena: Ele não quis vir. Disse que não tinha nada a ver com isso. Ele disse: "A Demi que terminou comigo, que disse não me amar, então eu não tenho nada a ver com a vida dela. Ela não sentirá minha falta mesmo. Afinal, eu não sou nada para ela. Então, eu não irei." - eles me olharam. eu não falei nada, apenas sai correndo para fora do hospital. Eu sentia minhas veias arderem de ódio. Ouvia os gritos das meninas e os gritos também dos meninos que estavam correndo atrás de mim. Entrei no carro do pai de Demi, e sai rapidamente antes que os meninos pudessem me alcançar. Logo cheguei em frente á casa de Demi. Deixei o carro lá e fui até a casa do Joe. Entrei rapidamente e fui indo até o jardim. Quando cheguei lá, ele estava sentado, olhando para o nada. Eu corri até ele. Estava com o ódio transparecendo nos meus olhos. -
James: VOCÊ É LOUCO? - eu gritei e ele olhou para mim. Levantou-se e ficou de frente para mim. - COMO VOCÊ PODE NÃO IR VER A DEMI? COMO VOCÊ PODE SER TÃO SEM CORAÇÃO ASSIM JOSEPH? - eu gritava nervoso. -
Joe: PORQUE EU IRIA? ELA NÃO ME AMA, NÃO ME QUER MAIS POR PERTO. NÓS NÃO TEMOS MAIS NADA. ALÉM DO MAIS, O NAMORADINHO DELA JÁ DEVE ESTAR AO SEU -LADO, NÃO É? - gritou irônico. Ah, Joseph! Você realmente não sabe o que está falando. -
James: VOCÊ É LOUCO? A DEMI TE AMA, JOSEPH! TE AMA MAIS QUE TUDO, VOCÊ É A ÚNICA COISA QUE IMPORTA PARA ELA.
Joe: PARA DE MENTIR! SE ELA ME AMASSE NÃO TERIA TERMINADO COMIGO! - ele gritou e eu pude ver uma lágrima escorrer de seu olho. -
James: ELA TERMINOU COM VOCÊ, PORQUE WILMER AMEAÇOU ELA! O WILMER BATE NELA JOSEPH, TODOS OS DIAS PRATICAMENTE. ELE AMEAÇOU A DEMI, QUE MATARIA OS PAIS DELA, OS AMIGOS E PRINCIPALMENTE VOCÊ! ENTÃO ELA TEVE QUE TERMINAR CONTIGO. PORQUE NÃO QUERIA QUE NINGUÉM SE MACHUCASSE POR CAUSA DELA. MUITO MENOS VOCÊ! ELA CHORAVA TODOS OS DIAS, POR SENTIR A SUA FALTA! SABE PORQUE? PORQUE ELA TE AMA! ELA TE AMA MAIS QUE TUDO NESTE MUNDO, JOSEPH! E VOCÊ? VAI FICAR AÍ PARADO OU VAI ATÉ O HOSPITAL VER ELA? VOCÊ É UM IDIOTA MESMO, JOSEPH! - eu gritei extremamente nervoso. Eu pude ver inúmeras lágrimas escorrer dos olhos de Joe. -
Joe: Ela me.. me ama? - ele perguntou em um sussurro, com a voz falhando. Joseph amava Demetria, isso estava na cara. -
James: É CLARO QUE SIM, CARA! - ele não se mexia. Eu dei um tapa em sua testa. Ele me olhou confuso. - VEM LOGO JOSEPH! - eu gritei correndo até a garagem de Joseph. Entramos no carro do pai dele e fomos para o hospital. Quando entramos, estavam todos na sala de espera, ainda chorando. Chegamos correndo e paramos em frente á eles. - E aí? Alguma notícia? Como ela está? - perguntei logo que paramos de correr. Eles olharam-nos. -
Chelsea: Nenhuma notícia ainda. - ela falou enquanto inúmeras lágrimas escorriam por sua face. -
Miley: Eu.. eu quero a minha amiga. Por favor. EU PRECISO DA MINHA DEMI! ELA TEM QUE FICAR BEM. SE ALGO ACONTECER COM ELA, EU.. EU MORRO! EU PRECISO DA MINHA DEMI, POR FAVOR! Demi.. por favor. - ela falou chorando descontroladamente. Liam á abraçou também chorando. Todos lá choravam. Estávamos em total desespero. Logo os pais da Demi chegaram. Puxei-os até um canto e contei para eles o que tinha acontecido. A mãe de Demi entrou em desespero e se desabou em chorar nos braços de Eddie. Logo o pai de Demi, Patrick, também chegou. -
Patrick: Como a minha filha está? - ele perguntou logo quando parou ao meu lado. -
James: Nós ainda não tenho notícias. - eu falei. sentei-me em uma cadeira, ao lado de Chelsea e á abracei. Nós todos chorávamos. 1 hora e meia depois, o médico chegou. Eu pude Miley praticamente pular no pescoço dele. Ela estava descontrolada, em total desespero. -
Miley: COMO A MINHA DEMI, TÁ? ELA VAI FICAR BEM NÉ? ELA TÁ BEM? COMO ELA TÁ? ME DIZ QUE ELA VAI FICAR BEM.. POR FAVOR! DIZ QUE A MINHA DEMI VAI FICAR BEM. POR FAVOR! - ela gritou puxando a camisa do médico, ele a olhou assustado. Liam correu até ela e á abraçou. Fomos todos até o médico. -
Nick: Então, como a Demi está doutor? - ele perguntou. O médico nos olhou, sério. -
Médico: O quadro da senhorita Lovato é muito grave. Eu sinto muito pro ter que dar-lhes essa notícia, mais.. a senhorita Demetria está em coma! Eu sinto muito. Qualquer notícia, eu venho até aqui. - ele falou e saiu. Todos nós entramos em mais desespero ainda e começamos a chorar. A minha Demi estava em coma! eu não acredito, não pode ser. Se.. se eu tivesse impedido tudo isso. Eu podia ter impedido tudo isso de acontecer. -
Miley: Eu quero a minha amiga. Por favor. Diz que isso é uma brincadeira. Diz que a minha amiga está bem e que ela logo vai sair desse hospital sorrindo, como sempre! DIZ PRA MIM LIAM! - ela gritou. -
Liam: Eu sinto muito, Miles. - foi a única coisa que ele disse, pois começou a chorar muito e abraçou Miley. Todos estávamos abraçando um ao outro, em desabamentos de lágrimas. Eu pude ouvir Patrick, falar: -
Patrick: Não, não pode ser. Logo agora que ela tinha me perdoado, que tudo estava bem entre nós. Eu não posso perder a minha filha. Eu não posso. Não a minha princesinha. - ele chorava muito. Dianna foi até ele e o abraçou. Eu pude ver Joe sair correndo de lá, chorando descontroladamente. Chelsea veio até mim e me abraçou. Todos ficamos ali. Abraçados, chorando. Eu não queria perder a Demi, eu não podia perder ela. Não podia! -
Joe Jonas narrando.
Eu saí correndo daquela sala de espera de hospital. Corri até o carro de meu pai, sentei no banco do motorista e me desabei em lágrimas. Liguei o carro e dei a partida até a minha casa. Deixei o carro do meu pai na garagem e entrei correndo em casa. Fui para o meu quarto, chorando. Eu vi a janela do quarto da Demi aberta. Então, pulei de varanda e entrei no seu quarto. Peguei uma foto sua que tinha na escrivaninha que tinha ao lado de sua cama. Sentei-me na cama dela, olhando aquela foto. Inúmeras lágrimas percorriam a minha face. Como ela era linda, céus! Eu tinha sido um completo idiota. Ela me amava, me amava muito. Ela terminou comigo para eu não me machucar. Ela terminou comigo porque foi ameaçada. Porque ela se importa comigo, com seus pais e com seus amigos. E eu pensando que ela não me amava, que nunca tinha me amado. Wilmer batia nela todos os dias! Eu não acredito nisso. Eu sentia o ódio correndo por minhas veias. Mais eu não conseguia pensar em mais nada, a não ser em ela estar em coma. Em coma! A minha menina estava em coma. Coma! Me destruía por dentro, pensar que eu poderia nunca mais ver o sorriso, o brilho dos olhos, da minha Demi. Que eu poderia nunca mais ouvir sua voz, nunca mais abraça-lá, beijá-lá. Eu coloquei a foto no seu devido lugar, e coloquei meu rosto entre minhas mãos. Me desabei em chorar. Mais eu senti que precisava ver algo. Abri a gaveta da escrivaninha da Demi e pude ver uma foto nossa. Nós dois. Ela estava ao lado de uma folha, peguei a foto e a folha. Comecei a ler.
"Oh, meu doce Joseph, eu te amarei eternamente. E nada poderá destruir isso. O meu amor por você irá além de todas as montanhas, todos os céus, todas as medidas. Se você soubesse como é grande a dor que eu sinto, quando estou longe de você. Se você soubesse que é com você que eu quero estar até o último suspiro da minha vida. Mais, infelizmente, isso não é possível. Mais, eu estou me separando de você, para o seu bem, para você não se machucar. Oh, eu não suportaria ver você machucado por minha culpa. Céus, só Deus para saber como é grande a dor que a sua ausência me faz. A falta que você me faz a cada suspiro. A dor fica maior, a cada suspiro que eu dou longe de você. E quando você disse Adeus para mim, foi como se o meu mundo desabasse. Você pode achar que eu não te amo, mais, não é verdade. Você é o que realmente importa para mim. Você me mostrou o real significado da palavra: Amor. Milhares de homens poderão aparecer em minha vida depois de você, mais ninguém te substituirá. Como é grande o meu amor por você. Você deve estar á me odiar neste momento. Eu estou me odiando neste momento. Mais, um dia, você descobrirá que é tudo para o seu bem. Nunca deixe de sorrir, por que o seu sorriso é o que me mantém respirando a cada dia que passa. Mesmo nós dois não estando mais juntos, eu estarei com você, até o fim. Eu te amo tanto. Eu amarei você eternamente. Oh, meu doce Joseph, eu amarei você muito além da simples eternidade."
Oh, céus. Minhas mãos tremiam com aquela folha em minha mão. Meus olhos estavam embaçados por conta das lágrimas. Então, ela me amava mesmo. Ela me amava muito. Ah, se ela soubesse que daria a minha vida por ela. Se ela soubesse o quanto eu á amo. O quanto eu queria poder abraça-lá, beijá-lá. O quanto eu queria poder ver o seu sorriso encantador. O quanto eu queria poder estar ao seu lado. Eu amo tanto a Demi. Peguei uma caneta que tinha na escrivaninha, e escrevi na parte de trás da folha. "Oh, minha doce Demetria. Eu queria poder estar te olhando nos olhos neste momento e te dizer o quanto você é importante para mim. Você deveria ter me contado sobre Wilmer, talvez não teria chegado a tal ponto. Agora, você está deitada em uma cama de hospital, em coma. E eu estou aqui, escrevendo isso em meio ás lágrimas que escorrem de meus olhos. Eu queria te falar que tudo o que você escreveu é muito lindo. Eu queria dizer-te que você, definitivamente, foi a melhor coisa que me aconteceu em toda a minha vida. Eu queria encontrar o amor verdadeiro, algum dia. E foi só você aparecer, com o seu jeito meigo, com o seu sorriso, com o seu olhar, que você me mudou por completo. Eu aprendi o significado da palavra: Amor Verdadeiro. Você ensinou-me a ser forte, a amar incondicionalmente. Estar aqui, sem você, é como se eu não tivesse mais motivos para viver, para respirar. Eu queria poder abraçar-te, beijar-te. Queria poder dizer-te o quanto te amo. Eu sinto sua falta. Eu sinto falta do seu sorriso. Eu sinto falta de ouvir a sua voz. Eu sinto falta de ver os seus olhos brilhantes, tão penetrantes. Não vai embora, meu amor. Se você for, eu vou sofrer demais. Se você for sempre minha, eu serei sempre seu. Não vai embora, minha Demi. A eternidade espera por nós dois, juntos, lado a lado. Me perdoe por não ter ficado ao seu lado, quando você estava mais precisando. Não dá para mim viver sem você. Seria como se eu estivesse vivo sem estar vivendo. Agora você faz parte de mim. Você é meu ar, meu céu, meu mundo, meu coração. Eu não tento mais fingir que estou bem, porque eu não estou. Eu não quero perder você, por favor. Eu não aguentaria viver sem você, Eu não aguentaria te perder. Eu realmente preciso de você para ser feliz, Demetria. Eu quero que tu saibas que eu estarei contigo, até o fim. E que nada mudará o amor que eu sinto por ti. Ah, minha Demi. Não vá embora, por favor. Eu te peço. Eu preciso de você aqui, para conseguir sobreviver. Não vá embora, por favor, meu amor. Continue aqui, pelo nosso amor. Eu te amo tanto. Eu amarei você eternamente. Oh, minha doce Demetria, eu amarei você muito além da simples eternidade.
Com muito amor, do seu Joseph!"
Eu terminei de escrever e coloquei a caneta aonde ela estava antes de eu pega-lá. Guardei a folha em seu devido lugar e peguei novamente a foto, de nós dois. Fiquei-a olhando. Oh, Céus, o que seria de mim sem a Demi. Eu não teria mais motivos para viver. Não teria motivos para continuar. Eu á amo tanto. Deitei em sua cama, com sua foto em minhas mãos. Deitei minha cabeça sobre seu travesseiro e senti o seu cheiro doce. O cheiro da minha Demetria. Eu comecei a chorar desesperadamente, enquanto sentia seu cheiro e olhava nossas fotos, juntos. "Ah minha Demetria, eu á amo tanto. Não suportaria perdê-la. Seria uma dor sem fim. Você é tudo o que eu sempre quis. Eu te amo. Eu amarei-te muito além da eternidade, minha doce Demetria. Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo, para sempre", eu pensei e logo depois adormeci em meio ás lágrimas. Abraçada com a nossa foto.
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